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Mensagens

Não é para quem quer, é para quem pode...

era mais ou menos isto que eu falava no post anteriorpode ser barata, mas não é para o meu bolso...

Ficar-me-ei pelos devaneios. Mas umas férias assim, era meio caminho (ou mais) para a cura...

Mensagens recentes

Talvez esteja a descrever o paraíso...

[imagem Google]
Apetecia-me estar numa cabana mesmo à  beirinha da praia, semi-isolada, que não fosse preciso andar muito para dar um mergulho, comidas leves e boas que não tivesse que ser eu a cozinhar, uma cama fofa ou uma rede confortável para dormir sestas sem me importar se ressono* ou não... (e se os outros ouvem ou não).


(*a ver se a cirurgia pensada para este ano me resolve este problema menor, dentro de um maior que tenho)

férias, quais férias?

Mesmo não havendo incêndios (felizmente), o tempo dele reparte-se mais pelo quartel, que por casa; o meu tempo pouco mais serve para trabalhar e andar de volta das papeladas de um clube do que para dormir ou outras tarefas básicas de casa.
Quando a minha vida e a dele coincidem algures numa das partes da casa, serve para nos lamuriarmos com um “estou morto/a de cansaço”. esparramamo-nos cada um num sofá (devíamos ter pensado em algo maior para dividir por dois) enquanto fingimos ver, pela quinquagésima sétima vez aquela série na FOXCRIME. Sucumbimos ao sono sem nunca chegarmos a saber quem foi o autor do crime. arrastamo-nos bem depois da1 da manhã para a cama, para um par de horas de sono. há que levantar cedo todos os dias. o fim-de-semana também conta.
Andamos os dois a gritar por tudo quanto é poro que precisamos de férias; e isso nada tem aver com o Verão ou de já termos recebido o subsídio ou ainda de toda a gente já ter as férias programadas e falar nelas pelo menos quinhentas ve…

nada que consiga com palavras simples

A ideia de sair do emprego não era nova. Era uma ideia adiada. Viver agarrada à ideia que precisava do emprego para concretizar sonho(s) era só forma de me ancorar ao certo, ao fácil, ao controle, caso algo corresse mal. Afinal, ter um filho a quem se pensaria dar tudo era, para mim, condição suficiente e necessária, para manter o sustento sem solavancos nem travagens bruscas.
Já há demasiadas coisas simples a subtraírem minutos ao meu sono todos os dias. Se pensava em trazer alguém ao mundo então tudo deveria ser bem calculado, medido, pensado ao mais ínfimo pormenor. Preocupei-me demasiado em aconchegar um sonho em camas de algodão fofo e sedoso, que tudo o resto foi descuidado. Os outros [sonhos] foram sendo descuidados, apagados da memória, subnutridos até serem deixados morrer por incúria de mim mesma. Esta semana comecei a enviar CV e até tive uma proposta de entrevista no mesmo dia. Retraio-me em candidatar-me a umas quantas coisas, em dar conhecimento a conhecidos do meio so…

Memória curta

Sabem que podia dizer tanto coisa sobre incêndios e sobre OS incêndios. Claro que sabem. O meu marido é bombeiro.
Por agora, apenas vou dizer que o que falta mais é consciência.
Este domingo e segunda tive o incêndio às portas de casa . Tive um medo avassalador que aquele Adamastor nos entrasse pelas portas dentro. O marido, longe, de volta das chamas, fez-me as recomendações devidas e pouco mais falámos. Ligar-lhe podia ser um entrave e colocá-lo em perigo. Uma distracção é suficiente.
A chuva veio. Respirou-se de alívio.
Hoje já andam a fazer queimadas num terreno, lá na aldeia. Fui avisada por um amigo, para que se avisassem os bombeiros.
Choveu, pois foi! Mas os acontecimentos recentes deviam deixar a consciência mais alerta. pelo menos, enquanto não vem mais chuva e haja segurança suficiente para um acto destes.