segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

estes já estão

O relógio biológico só distingue as horas, não tem calendário incorporado. por isso, não distingue os dias úteis dos restantes. foi ele que me permitiu acabar de ler o Filho de Mil Homens do Valter Hugo Mãe neste sábado. como depois das seis da manhã o sono me deixou, resolvi acabar as poucas páginas que faltavam. Demorei a lê-lo, também porque me pus a ler em simultâneo a Melodia Inesperada da Jodi Picoult. Este último de primeiras páginas muito intensas, porque relata um problema que conheço bem, não em demasiado, mas o suficiente para saber ler  dor em muitas palavras. A intensidade dilui-se depois numa história polémica.

O Filho de Mil Homens é intenso em todas as palavras, em cada uma delas. Digamos que as mastiguei lentamente e digeri com cuidado. talvez porque não estivesse habituada aquele tipo de escrita. Nunca tinha lido nada de Valter Hugo Mãe e este livro foi uma agradável surpresa.

Vamos ver se consigo cumprir mais uma das minhas resoluções de Ano Novo: ler, pelo menos, um livro por mês. Segue-se Shirley de Charlotte Brönte.

2 comentários:

  1. Nunca li nada de Valter Hugo Mãe. Por um lado tenho curiosidade, mas por ouyro lado não me atrai muito...

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  2. Dina,

    É um escritor diferente. Direi que é denso; por isso, tive de intercalar com outro, que li num ápice.

    Talvez um dia volte a ler mais qualquer coisa dele, mas para já vou fazer uma pausa deste autor.

    Fiquei intrigada com a tua sugestão do livro D. Amélia. Já está na minha lista para ler em 2012.

    Beijinho

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