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A mostrar mensagens de Fevereiro, 2012

Anda isto aqui a moer-me...

Todos os dias mói, mas ontem foi mais fundo. [a inveja amplia este efeito]
Só me deu a notícia ontem, já vínhamos a descer  a serra, no regresso a casa. Sei que lhe custou dizê-lo; sei que ponderou se o havia de fazer pois percebi a sua hesitação.
Casámos um mês e meio depois deles. Somos praticamente todos da mesma idade. No ano passado, quando nos encontrámos num casamento de um amigo comum, falámos sobre a maternidade e o quanto as pessoas nos interpelavam por (ainda) não termos filhos. As frases populares do "não te guardes para velha" eram comuns. Percebi que ela pensava da mesma forma que eu: ninguém tem nada com isso. Na altura, estive quase a abrir uma excepção e contar-lhe. A prudência (ou a vergonha, nem sei) fez-me retroceder naquela decisão momentânea. De certa forma, confortei-me com o facto de não ser a única a não ter filhos embora, julgo, por motivos diferentes. Ela está grávida. Sei que, quando voltar a estar com eles, vou felicitá-los e isso vai ser genuíno. F…

#2.26 - Color

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 Ai eu já pensei mandar pintar o céu
Em tons de AZUL, pra ser original
Só depois notei que AZUL já ele é
Houve alguém que teve ideia igual
[Rádio Macau]



Das muitas cores que existem parece-me que o azul é a cor que mais consenso reúne. E isso nada tem a ver com preferências clubísticas. Alguns gostam de vermelho, mas não todos. O mesmo para o verde ou o amarelo, por exemplo.  Mas ainda não conheci ninguém que não gostasse de azul. Não é a minha cor preferida, mas é uma cor que gosto muito. Hoje fica o azul do céu.

#2.25 - Nature

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[na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma - Lavoisier ]



Esta é a flor que vai estar sempre associada aos seus últimos dias, às últimas horas de agonia. Ela chamava-lhes campaínhas. Começam a desabrochar por volta desta altura. Apesar de não serem flores de jarra, o meu marido colheu algumas para a fazer sorrir, pouco antes das dores serem incessantes e da morfina a fazer delirar. Ele relembrou isso hoje. As campaínhas continuam a florir em cada Fevereiro e as saudades que um filho sente pela mãe foram hoje ainda mais dolorosas.

#2.24- Guilty Pleasure

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[Chocolate - quanto mais amargo , melhor! Detesto o branco!]



Não costuma haver cá por casa para não ter tentações nem zangas com a balança. Quando compro como logo e acabo com o assunto por uns tempos. Há muito prazer em comer chocolate, mas vem sempre acompanhado de alguma culpa. Por excepção, e a pedido do marido comprei dois produtos com chocolate que serviram de modelo para a foto.

#2.23 - MY HOME

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[tem anjos]


[para o fotodesafio da art.soul]

Tenho uma predilecção especial por anjos. Antes ainda de ir viver para a MINHA casa, já tinha pintado uns quantos para colocar no quarto. E por lá residiram algum tempo. Como agora moram por lá umas estatuetas  nuas, também pintadas por mim, os anjos foram desalojados e ganharam um lugar na prateleira da sala. Este é um, no conjunto de quatro, em diversas posições. Não me conseguirei desfazer deles mesmo que a decoração da casa venha a ser alterada.

#2.22 - Shoes

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[as botas que calcei hoje]



Já não foram compradas este ano; são superconfortáveis e este salto dá-me um bocadinho de altura sem me cansar os pés. Ainda por cima, são produto nacional (costumo dar relevância a isso).

#2.21- Reflection (s)

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[minhas]



Confesso que hoje estava difícil tirar uma foto, não por falta de tempo, mas pelo tema. Mas as arrumações a que me dediquei esta manhã, acabaram por me fazer encontrar a resposta para a foto de hoje. Num dos armários de um dos quartos que se encontra vazio, guardo uma caixa que reaproveitei, pintando-a. Coloquei lá as cartas que fomos trocando ao longo destes anos. Ia agora adicionar algumas mais recentes que ainda estavam guardadas numa gaveta, um pouco ao acaso. Acabei por encontrar o meu último diário. Deixei de o escrever quando o namoro se consolidou. Percebi que está meio preenchido. já nem me lembrava que escrevia em forma de carta, as reflexões sobre o que me ia acontecendo. Folheei um pouco só para ver os cabeçalhos e nem me atrevi a ler muito mais. Nunca gostei de ler coisas antigas que escrevi. Hoje também não me apeteceu fazê-lo. pareceria uma espécie de violação dos meus próprios pensamentos. Existem coisas que não devem ser remexidas, por muito felizes que possam t…

#2.20 - Someone I love

[o mais que tudo recusa-se a posar para a fotografia]
E eu, só tenho de respeitar. Paciência. O amor é, acima de tudo, isso mesmo: respeito.

Sobre os fins-de-semana e feriados

De há uns tempos a esta parte, não tenho qualquer dúvida em dizer que o melhor da semana são os seus dois dias: sábado e domingo. já houve tempos que encarei as coisas de uma forma mais optimista. Mas não nos últimos dois anos.
De há duas semanas para cá, ainda sinto mais alívio pela chegada do fim-de-semana. Afinal, mais do que serem sábado e domingo, são dias em que não tenho de aturar o meu colega cromo.
Portanto, melhor que os fins de semana é a adição de um dia feriado para me recompor, reabastecer os stocks de uma boa dose de paciência, e reavivar uma certa boa disposição que esmorece de cada vez que lhe atendo o telefone.

[não se trata de nenhum odiozinho de estimação; são duas questões: ele passa a vida a ter o complicómetro no máximo; e eu tenho os stocks da paciência bastante em baixo, passando à reserva logo no terceiro telefonema. ele deixa qualquer pessoa de mau humor. por aqui todos partilhamos dessa ideia. não sou a única]

#2.19 - Sweet

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[mas não muito]


[para o fotodesafio da art.soul] Esta é a festividade (se é que assim se pode chamar) que mais detesto. Nem sequer fui espectadora de nenhum corso carnavalesco. Há muitos anos que assim é. Por isso, hoje foi uma tarde de  domingo onde não faltou sol e mar, longe de máscaras, foliões e serpentinas. Este bolo doce ou regueifa, como lhes chamam em alguns locais, foi um doce que comprámos para acompanhar com chá e lareira deste fim de tarde. Estes bolos fazem-me recordar a infância. Quando era miúda, estes bolos feitos de farinha, açúcar e limão eram oferecidos quando os noivos ou os seus pais iam convidar para o casamento. Cada casa recebia tantos bolos quanto o número de elementos do agregado familiar. Se fossem padrinhos dos noivos tinham direito a uns bolos maiores, embora feitos da mesma massa.Aqui chamamos-lhes bolos de festa por estarem associados aos casamentos, considerados uma festa.

#2.18 - Something I bought

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[Sapatos]



[para o fotodesafio da art.soul]

Não é meu hábito falar destas coisas que os outros catalogam como tipicamente femininas. Acho-me feminina, portanto,  muitas vezes acho desnecessário falar nelas.

Não tenho em comum com a maioria das mulheres o gosto de ir às compras.  Mas não posso deixar de gostar de sapatos.  Teria mais se não fosse uma rapariga ponderada nos gastos. Estes foram comprados hoje, numa sapataria da cidade.
Andava a necessitar de uns sapatos para usar com collants castanhos (adoro a cor castanha). Estes foram amor à primeira vista. Não são vistosos nem a ideia será essa. (gosto pouco de dar nas vistas).
São bonitos, confortáveis e para usar com umas saias que andam aqui no guarda-roupa. Era o que interessava.

#2.17 - Water

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[dizem que só não lava a má língua]


Estar debaixo de água ajuda-me a organizar os pensamentos. Sou de um signo de Terra mas adoro a água.  A minha mãe contava que adorava água quando era miúda; ao ponto de me colocar debaixo dos pingos que caíam da roupa acabada de lavar e que fora torcida à mão. As torneiras chegaram a estar todas seladas. Eu cheguei a não ter roupa para vestir por arranjar forma de mexer na água e me molhar toda. Adoro banhos longos. Ajudam-me a tomar decisões, a relaxar, a parar.

#2.16 - Morning

[sem foto]
Devia ter-me prevenido. Talvez levantado mais cedo. Ou fazia batota. Assim tinha foto. Não fiz nada disso. O pouco que durmo é mal dormido porque sonho com o trabalho. Vou cheia de coisas na cabeça que nem me lembro se passei na via verde ou não. Parece que o carro sabe o caminho,porque nem me lembro de ter passado nos locais. Isto anda difícil. Também não posso voltar atrás para fazer nascer a manhã e lhe tirar uma foto. Quero antes que este dia acabe depressa  e venha aí o fim-de-semana. estou no limite das minhas forças. Às vezes gostava de ser a mulher invisível para perceber se as outras empresas são iguais à que eu trabalho. Decepção não tem faltado. E com a saída de algumas pessoas, a má língua tem aumentado (para quem não tem nada que fazer). Corte, costura e tricot - há muitas peças começadas.

#2.15 Happiness

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[parte do postal recebido ontem]

Há dias em que as palavras simples, ainda que pouco originais, nos trazem à alma um pouco da felicidade .


Não tenho tido tempo para visitar os outros fotógrafos mas tenho esperança de o fazer no fim-de-semana.

#2.14 I´m reading

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[ou devia andar a ler]



As súbitas mudanças na minha vida nestas últimas semanas deixaram-me bastante desorganizada, quer em termos de tempo, quer em termos mentais. Sinto frustrada porque tinha arrumado todos os meus projectos para que, durante este ano, se pudessem concretizar; veio a mudança, e conseguiu desorganizar tudo. Há que reorganizar, só ainda não sei como... ler tem de continuar a fazer parte dos projectos, não posso prescindir de algo que tanto gosto.

#2.13 In my Bag

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[muitas coisas: tudo necessário!]
Na minha mala: Um dos telemóveis, o outro serviu para tirar a foto; o estojo com os óculos de ver (não vá eu perder uma lente de contacto num local inadequado); as chaves do portão - de vez em quando tem manias e não abre automaticamente; um estojo com lápis, borracha e várias canetas, um auricular para ter mãos livres para conduzir ; uma moeda de 1€ que serviu para o carrinho de compras; um brinco perolado- perdi o outro sem dar por isso (deve ter caído da orelha), creme para as mãos, lenços para assoar a narigueta, a carteira que tem mais papéis e documentos que dinheiro; as luvas para os dias frios; uma factura de hoje da troca do médio do carro; baton do cieiro; líquido para lentes de contacto. Agenda-dossier A5 para me organizar; [costumo ainda trazer um pequeno estojo de costura , para o caso de me cair algum botão e alguns produtos de higiene- hoje não estão porque tenho de tirar da outra mala]

bateu o record, hoje

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Os aparelhos de ar condicionado estão ligados desde manhã cedo, mal cheguei. Ainda não consegui afugentar o frio.

Não estou na serra mas, esta manhã, as temperaturas deviam ser similares.


A qualidade da imagem não é das melhores.

The Gift

Estou aqui a gramar o jornal da TVI; isto porque o meu senhor marido hoje apossou-se do comando da TV e ainda não adormeceu ;). Dispenso perfeitamente a TVI, prefiro que a televisão esteja desligada.

Não sabia que a rúbrica do Marcelo tinha música. Cantam os The Gift. Estou cheia de vontade de os ir ver. Os bilhetes já estão comprados. Vamos ver se vão corresponder às minhas expectativas.

#2.12 - Close-Up

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[aquecer as mãos no chá quente de cidreira]


Depois de ter ficado gelada à espera que o marido  socorresse alguém que acabara de ter um acidente, a primeira coisa que fiz quando cheguei a casa foi preparar um chá de cidreira para os dois. Aquecemos o corpo e a alma. A manta e a lareira também ajudaram. Esperamos que as coisas corram bem para quem foi remetido para o hospital

#2.11- where I sleep

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[a minha cama]
Não há lugar melhor para eu dormir.

adoro bejes e castanhos

[para o fotodesafio da art.soul]

# 2.10 Childhood (atrasadíssima)

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A minha primeira conta foi aberta numa das ruas mais conhecidas de Lisboa, eu teria cerca de quatro anos. Como presente, o banco oferecia este mealheiro feito em cerâmica de uma fábrica que já não existe. A conta foi aberta pela minha madrinha. Veio numa caixinha com fitas finas de madeira. O meu irmão tem outro igual.  A história é idêntica.  Durante muitos anos amealhei todo o dinheiro que me davam na Páscoa, no Natal e no meu aniversário. Até aos 18 anos, o meu pai guardava as chaves (abertura é na parte de baixo, com uma chave pequenina) num local que conhecíamos mas onde nunca íamos. Era aberto uma vez por ano, o dinheiro contado à nossa frente e depositado no banco. Quando casei, todo o dinheiro que guardei neste mealheiro deu para comprar todos os electrodomésticos da casa. Não podia deixar de o trazer comigo. Se um dia tiver um filho, gostaria que ele o estimasse como eu o estimei. Julgo que possa ser uma peça de colecção. Foi feita na Fábrica de Loiça de Sacavém.
Esta foi uma p…

Têm cromos para troca?

Não consigo prever que alguém tenha um cromo maior que o meu no local de trabalho.
Se alguém tem, que conte a coisa mais estranha a que assistiu ou sentiu na pele com esse "autocolante".
Prometo ter uns episódios (surreais) para troca. pode ser que haja quem esteja bem pior que eu.
[confesso que só me apetece agarrá-lo pelas goelas e apertar bem apertadinho...]

#2.9 - Daily Routine

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[passar muitas horas ao telefone e ao PC]




[para o fotodesafio da art.soul]

#2.8 - My sky

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[a lua alta]




A lua  merecia uma foto bem melhor, mas a esta hora está demasiado alta para a pose. (e a fotógrafa não é grande profissional)
Gosto da lua redonda, bem mais perto do olhar.

[para o fotodesafio da art.soul]

Muro das lamentações

Voltou aquela vontade imensa de não ir trabalhar. Voltou a vontade de desistir dos meus projectos pessoais por ter barrado contra uma parede alta e dura (das mais difíceis que vou ter de trepar). Voltou a vontade de partir tudo [está cá pequenina, mas sei que cresce a cada momento]. Voltou a vontade de fugir e de me esconder onde não me encontrem. Após quatro meses de sentir que, finalmente, tinha estabilizado; depois de quase dois anos a tirar obstáculos do caminho, a vida volta a dar uma volta, que muda tudo, ou quase. O salário não muda; as chatices são redobradas, o trabalho também, a paciência vai esgotar-se mais rapidamente, o mau humor voltará, o riso diminuirá. Certamente os cabelos brancos e as rugas triplicarão. Há pessoas com as quais eu não consigo trabalhar porque não têm aquilo que eu acho essencial: cumplicidade, proactividade, boa vontade, celeridade nos assuntos, compreensão, eficiência e eficácia. Se passava um terço do meu dia a trabalhar com elas, agora passarei o d…

# 2.7- Favourite

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= o melhor momento de um dia menos bom- estarmos juntos =

[para o fotodesafio da art.soul]

O mundo ao contrário

Já algum tempo que não tinha um ataque de pânico. 
Hoje acabei por ter um, não só pelo velório a que fui incumbida de ir ao final do dia, mas pelo stress criado por novas mudanças na empresa. Não são necessariamente boas.

O pior de tudo é ver gente cuspir no prato que já tanto lhe deu de comer agora que trocaram de serviço de jantar. A ganância não tem medidas. Eu já sabia. Mas não sabia que chegava tão longe, e pisava tanta gente sem contemplações.

#2.6- Makes I smile

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[o sorriso verdadeiro dos outros]





Dado que hoje é segunda-feira, não encontro por aqui ninguém com vontade de sorrir. tive de improvisar!

Já vos fiz sorrir? Se sim, sorrirei também!

[para o fotodesafio da art.soul]

e agora?

O meu amor está de volta depois do grande susto que tivémos com o meu sogro. Foram os abraços longos e apertados como se já não nos víssemos há largos meses. Afinal, foram cinco dias que mais pareceram cinco anos.
Nós andamos preocupados com o futuro, já que não consentimos que o meu sogro volte a ficar sozinho. Ele, ainda nos cuidados intensivos, fala em voltar para casa, que está bom, acha que o cateterismo o torna imune a um novo enfarte. Ainda tem o descaramento de dizer que já se safou desta, e que a seguir vai cavar o quintal e comprar galinhas. Faz o meu marido sair do sério. Sabemos que ele é homem de muita fé, mas ele que não  se estique muito já que não sei se da próxima vez haverá Pai Nosso ou Avé-Maria que o safe. Acha-se autónomo e que se sente bem capaz de tomar conta de si próprio; nós preferíamos que vivesse com os filhos, ora aqui, ora na minha cunhada. Ele responde era o que faltava. A cunhada não diz, mas pensa era o que faltava. Ela continua  a ver o pai como um home…

#2.5 Something I wore

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Por um triz, não publicava a foto de hoje.

[para o fotodesafio da art.soul]

#2.4 Inside my fridge

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[Pouca coisa. Para uma pessoa basta, para duas é pouco.]




 A precisar de abastecimento mal tenha o marido de volta (espero que seja já amanhã).

Confesso que não achei muita graça a este item, mas tratando-se de um desafio, há que cumprir as regras.


[para o fotodesafio da art.soul]

#2.3 Something I Adore

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de todas as cores
[para o fotodesafio da art.soul]

novas notícias

Depois do prognóstico reservado desta manhã, respiramos um pouco mais aliviados.
Conhecer as pessoas muito bem, até quando não as vemos e só as ouvimos, percebemos que não nos mentem quando dizem que as coisas estão estáveis. As próximas 48horas são decisivas, mas vamos usufruir o momento de que tudo está bem encaminhado. Agora que se passam três anos da morte da mãe, seria terrível que o meu marido perdesse o pai.

#2.2 [Breakfast]

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Dados os últimos acontecimentos- com o esquecimento e o tumulto de fazer malas-, hoje não houve pão fresco. Serviram de pequeno-almoço as tostas para emergências, o doce de tomate feito por mim, o chá de cidreira quentinho (sem açúcar) e uma maçã. Às 6.30h da manhã, não se pode esperar muita imaginação...

[para o fotodesafio da art.soul]

Más notícias

O cair da noite trouxe-nos uma má notícia... Quero muito crer que a madrugada não nos traz outra pior.
Afinal, um enfarte não deve ser encarado apenas como um susto.

Esperam-se notícias, impacientemente, daquilo que está a acontecer a 160 quilómetros daqui.

[Eu] [Me] [Moi] #2.1

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Tirar a língua foi só uma brincadeirinha...

[para o fotodesafio da art.soul]