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Com todo o amor (que me dás)

Nesta nova fase que estamos a atravessar, sinto-o ainda mais amoroso, cuidadoso, dedicado. Aconteceu a mesma coisa da outra vez. Nos seus olhos leio a esperança a crescer desmesuradamente. Não quero pensar no medo da desilusão que possa vir a ter com dez dias de longa espera. Essa desilusão não vai acontecer, repito para mim vezes sem conta. Não vai. À segunda é de vez.

Sinto-o tão feliz, que a minha fé também cresce. Apesar de todas as nossas adversidades ao longo de todos estes anos juntos, não temos desisitido. Ultrapassámos cada obstáculo e vencemos. Nunca nada foi à primeira, nunca nada foi de mão beijada.Mas conseguimos. Agora não vai ser diferente. Quero acreditar que sim.Porque o sonho me comanda a vida neste momento, e sonhar é mais forte:. Nada, neste momento, me consegue fixar os pés ao chão, mesmo que haja um grilo falante na minha cabeça a querer que torne à terra e deixe de sonhar. Cala-te! - Grito-lhe. Vou aonde me leva o coração. E o coração vai levar-me ao que mais desejo. Agora acredito mesmo que sim.

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Jardim de Chuva Prateada

hoje em dia, as pessoas têm muitos amigos no facebook. é onde têm mais amigos. Se,de repente, essa pessoa deixar de colocar posts ou likes, não mostrar as suas selfies, os amigos vão preocupar-se com isso? se calhar não. acho que impera por lá a inveja, não a preocupação... Acho que os blogues são bem mais que isso. As pessoas não são sempre felizes; quando querem, mostram a vida que realmente vivem. E, às vezes, a amizade nasce, quando nos identificamos com essa pessoa. [Bem sei que há por aí gente com mais imaginação do que vida própria.] Há cerca de dois anos, uma pessoa frequente no meu blogue, deixou de escrever no blogue dela e nunca respondeu a emails que varias pessoas "chegadas" lhe haviam enviado, inclusive eu. tinha-me deixado um apelo no seu blogue, a que depois respondi e nunca mais tive resposta. ainda hoje tenho o seu blogue na minha de lista de leituras, para o caso dela voltar. mantenho a esperança que nada tenha acontecido. Agora volto a preocupar-me com a…

ironias

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(ouvimos sempre falar de epidural aquando dos partos mas afinal, não serve apenas nesses casos)

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O momento de escrever o que Maio me trouxe e me levou, vai chegar. falarei sobre isso, quando me sentir com os pés mais perto da terra e menos de cabeça para baixo. Sem os dramatismos com que agora vejo os acontecimentos.Maio trouxe e levou. A minha vida continua um novelo com muitas pontas e poucos fins à vista. tenho de falar nisso. Porquê? porque preciso. só não sei por que ponta começar.

Enquanto as minhas palavras não saem, gostei das de outrem, que não hesitei em roubar, sem pedir licença, mas dando os devidos créditos.

Tantas palavras te disse hoje,
mas as mais frágeis reservo-as
para o dia em que te encontrar.[Deste blogue]