domingo, 25 de março de 2012

Dia 25 - Medo

Da morte. esse é o meu maior medo.
Se penso muito no assunto, desencadeiam-se crises de pânico.

10 comentários:

  1. Perfeitamente normal. Acho que todos nós temos esse medo.
    Boa semana.

    Beijinho*

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  2. Não és a única, principalmente da morte dos nossos entes queridos... é aterrador!

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  3. Ora uma coisinha que não tenho, medo de morrer.

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  4. Sofia,


    Sim, seria normal se fosse apenas isso. Mas entro em pânico com todos os rituais relativos à morte. Só desde que a minha sogra faleceu que passei a ter menos aversão a cemitérios; no entanto, até nisso tenho umas quantas manias tipo, nunca ir de havaianas ou outro calçado aberto para lá. Só uso umasa sapatilhas de sola bem alta, e não são usadas para mais nada. Mas há mais manias... Nem vale a pena falar nelas.
    O medo vai muito para além do fenómeno e falar nele tira-me o ar, literalmente.

    Beijinho. Boa semana

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  5. Alexandre,

    A morte dos meus entes queridos,a minha, os rituais. Tudo o que esteja interligado.

    Uma espécie de fobia mesmo!Como tu dizes, é aterrador.

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  6. Lemon, Sinceramente gostava de não ter medo.

    Penso que isto seja um trauma profundo de infância. Agora dífícil de curar.

    Beijinho e boa semana

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  7. Olá,

    Acho que o medo de morrer, pelo menos aquele que eu sinto, vem do facto de saber que faço falta, que tenho objectivos para cumprir, que os meus filhos precisam de mim, etc. Ou seja, é um medo que veem pelos outros mais do que por mim mesma.

    Tenho muito que fazer antes, não me organizei para morrer nos próximos anos, por isso ela (a morte) que se ponha a milhas de mim, que eu não lhe vou fazer a "vida fácil" :)

    P.s. quanto às manias.. ganhei uma em miuda, não passar no passeio onde estivesse uma agência funerária.. :)

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  8. S.o.L,

    compreendo-te perfeitamente, mas o meu medo ainda é muito mais abrangente do que isso que falas.E já que falamos em manias, e para que percebas, não entro num local onde o caixão esteja aberto, e se estiver sozinha também não entro se o caixão estiver fechado. Quando a minha sogra faleceu, diziam para a ir ver- que estava bonita- o que tem a morte de bonito? Para não me fazer muita confusão quando vou lá a casa, penso que ela foi fazer uma grande viagem e que nunca me cruzo com ela. como se ela estivesse viva. na minha memória está! É mais fácil assim.
    Sacudo o calçado antes de entrar no carro, sempre que tenho de ir a um cemitério. Não vou lá de sapatos abertos, sandálias ou chinelos, para não tocar na terra com os pés. Uso sempre luvas para mudar as flores, e mudo de calçado- as tais sapatilhas são calçadas, quando entro e saio do cemitério. Uso luvas e não toco sequer com os dedos em nada dentro de um cemitério sem as mesmas. flores que passem a porta de cemitério para dentro, não voltam a sair. Nem que eu as espalhe por quem não tem nada.
    Não entro dentro de casa com sapatos que tenham estado num cemitério sem os limpar convenientemente.
    Desinfecto as mãos e os braços, mesmo usando luvas.
    Também não durmo de barriga para cima.

    Bom, e haveria mais para dizer, mas o assunto já se está tornar digamos, macabro.

    Mas acho que, pelo teu comentário, me entenderás.

    Beijinho

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  9. Tb já fui assim. A vida forçou-me a perder este pânico e a enfrentá-lo...

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  10. Dina,

    Durante um tempo pensei estar a ultrapassar. Pelo menos já entro dentro de um cemitério. No entanto, parece que a fobia está a regressar.

    Beijinho

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