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contar com o que não acontece

Digamos que os não acontecimentos dos últimos dias me levam a pensar na ironia das coisas. Eu que me organizo, calculo e refaço cálculos, agora não consigo chegar a contas certas. Esta variável que pende para a indeterminação, leva-me a crer que dei por certo, aquilo que agora é incerto. Agora que a equação parecia resolvida, descubro que nem todas as constantes o são verdadeiramente. Creio que adivinho o resultado disto tudo. Vamos dar tempo ao tempo, mas não preciso de grandes demonstrações para chegar a um sinal menos no final.

Comentários

  1. Alice, um beijinho.

    Continuo a torcer por vocês. E acredito que mais cedo ou mais tarde (esperemos que mais cedo) vocês vão conseguir. Acredito mesmo.

    Não percas a esperança.

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  2. carla,

    Obrigada. Eu já não sei nada. Logo agora que precisava que tudo comçasse para tirar o sentido disto, estou atrasada (e não estou grávida- não há sintomas disso sequer). Enquanto esta situação se mantiver, tenho de aguardar.Espero a qualquer momento o primeiro dia do ciclo.

    não perco a esperança, mas estou a começar a ficar impaciente com esta situação inexplicável!

    bom fim-de-semana

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  3. "Perguntei ao tempo qual seria a solução. Ele só disse: deixe-me passar...."

    Mas sempre com esperança Alice, com preseverança, a qualquer momento pode acontecer...

    Um abraço...

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  4. Eu imagino o que não deves sentir... habituamo-nos a controlar e planear tanta coisa na vida, e depois há fatores - ainda por cima relacionados connossco, com o nosso corpo - que nos trocam completamente as voltas. E o que há de mais nosso escapa-nos completamente ao controlo.
    Só posso imaginar a frustração que não seja, mas sei que dizer-te que tenhas calma é um conselho muito irrealista. Deixo-te, então, com um abraço, na esperança de que a espera fique mais fácil, acompanhada. Pode ser? Um abraço, então.

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