segunda-feira, 18 de junho de 2012

Coisas sem medida

Tia, tia, tia! - chama assim que ouve tocar a campainha.

Senta-se no meu colo já de livro na mão (este fim-de-semana comprei mais dois), e diz: Conta-me uma história. A do Peter Pan!

Sossega no meu colo, enquanto começo a folhear o livro para lhe contar a sua história preferida. Seguiu-se depois o Pinóquio e por fim, o Rato do Campo e o Rato da Cidade.

Sinto o cheiro deste pequeno homenzinho. cheira a alegria, a doçura, a mimo e a candura.

Adoro contar-lhe histórias. Algo que sempre sonhei fazer ao filho que (ainda) não tive. Não esbanjo oportunidades para o fazer ao meu sobrinho, já que não sei se terei mais alguma.

Pudesse eu dosear o quanto gosto do meu sobrinho e garanto que não haveria medida para tal. Os meus pensamentos desta manhã foram para ele.

6 comentários:

  1. Não há mesmo medida. Houvesse qualquer dúvida, este post tirava-as todas.

    Um beijo muito grande, Alice.

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  2. Carla,

    Todas as crianças são de nos alegrar o coração, de nos fazer alimentar a criança que há em nós.
    O meu sobrinho/afilhado é o que agora posso ter mais perto de um filho. O carinho com que me trata, faz a vida ter outro colorido. Ele é o rapaz que me roubou o coração de menina com o seu sorriso traquina e sempre bem disposto.

    Beijinho

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  3. Eu tenho uma sobrinha e adoro-a. A ti pode ser quase como um filho, a mim é quase como uma irmã. hehehe

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  4. É tão bom ter um amor assim... Beijinhos*

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  5. Alexandre,

    Estou a ver que sabes mais ou menos como me sinto.

    TER SOBRINHOS É FANTÁSTICO!

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  6. eu,

    muito bom mesmo, de paixão e tudo e tudo.

    Bjs

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