sábado, 4 de agosto de 2012

Testes de resistência

Sente-se um sabor, entre amargo e doce, ao entrar numa loja conhecida de roupa para bebé (e brinquedos).

A convite da minha cunhada, rumámos ao shopping, para comprar umas coisinhas para recém nascidos. Passei o tempo todo de olho no sobrinho enquanto a minha cunhada escolhia o que pretendia. Certo é, que devo ter ter dado uma dezena de voltas atrás do pimpolho que queria brincar com tudo e não parava quieto. E, por coincidência, estava a decorrer um curso de preparação para mães sem simultâneo. Entravam e saíam grávidas aos magotes, outras surgiam com bebés nos carrinhos, e tive oportunidade ainda de me deparar com um par de gémeos falsos, a quem o meu sobrinho quis beijocar e dar miminhos.

gosto muito de crianças, e percebo a  reciprocidade neste sentimento, mas em dias que o nosso desejo parece tão difícil de acontecer, a dor teima em  alastrar para lugares tão estranhos da alma. A dor contamina muito mais rápido do que a alegria, em dias que tudo parece estar longe do nosso alcance. E, nem sempre é possível controlar umas quantas lágrimas.

5 comentários:

  1. Dear Daisy,

    Nada a dizer, não é?

    Bjs

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  2. Hoje falta menos um dia que ontem Alice...
    Segura-te nessas situações, não te deixes cair, elas não te mostram o que não tens, apenas te mostram aquilo que VAIS ter ;)

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