terça-feira, 4 de setembro de 2012

Foi bom, mas durou pouco

Depois da pequena folga que deu para estarmos juntos, sem interrupções (Obrigada, Sr. Comandante), hoje foi mais um dia igual aos últimos. 
Sempre que falava com ele, ao longo da tarde, não me esquivava de ouvir expressões mais técnicas. Nem reclamei quando não as percebi e por umas tirava outras. Viver com um bombeiro quase dá uma licenciatura em protecção civil, mas com uma nota equivalente à do outro. Baixinha, baixinha.

Acabo de chegar do quartel, onde se notam os movimentos para uma nova missão. Foi necessário recolher da minha despensa todos os alimentos capazes de aguentar uma viagem até outro distrito e dois dias fora. 
Lá vamos nós começar tudo de novo. Logo esta semana, que estava marcada para ser de férias para ambos. 

6 comentários:

  1. Acredito que não seja fácil, mas ele também deve chegar a casa com a sensação de dever cumprido...
    Espero que venham dias melhores para ambos.

    Beijinho

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  2. S.o.l

    Não estarmos juntos, ainda é como o outro- quantas pessoas não passam semanas inteiras sozinhas, enquanto o/a companehiro/a estão fora. Obviamente que me custa muito estar sozinha, mas pior que isso é ele ir para TO - já pareço ele a falar- dos mais graves. E mais, chefiando equipas como é o caso dele, está também a vida dos outros nas mãos dele.

    Espero que melhores dias venham para os bombeiros; quanto a nós, espero que venham de certeza.

    beijinho e obrigada

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  3. Viver de coração nas mãos, como deve ser difícil querida.... força... melhores dias irão chegar sim :)

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  4. Ana,

    Sim, vive-se sempre com a adrenalina em alta. E nestas alturas dorme-se pouco e mal. mas parece-me que as notícias são boas.

    Vamos aguardar.

    Obrigada pelas palavras.

    Beijinho

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