quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

cúmulo da parvoíce

(ou um bom barómetro do meu contentamento) é dar comigo, já passada a meia noite, a ensaiar (ou tentar) os passos de kizomba dentro da banheira  (é espaçosa), depois de duas horas de aula de dança. E kizomba não é a minha  dança preferida!

Dançar é mesmo bom a valer. Limpa qualquer réstia de tristeza. 


4 comentários:

  1. Alice ...
    Quanto te leio a respeito da dança ... fico com uma vontade imensa de ir aprender a dançar :)
    Um bom dia para ti e um beijinho :)

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    1. Querida Ângela,

      Aplaudo a ideia de ires aprender. Aquilo é melhor que ginásio. Mil vezes melhor. Junta-se a diversão ao exercício físico. Aposto que tu, à conta das caminhadas, tens uma boas perninhas para aguentar qualquer dança.

      Tenho imensa pena de não ter ido aprender mais cedo. Se calhar também não me divirtiria como me divirto.

      Recomendo vivamente. Apetece andar sempre a dançar; está-se sozinha e tenta-se relembrar os passos e experimenta-se a ver se não esquece. e a alma fica tão leve.

      Pensa lá no assunto. Não te irás arrepender.

      beijinho e bom dia (espero que estejas melhorzita)

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  2. Não é parvoíce nenhuma... Vou-te confessar uma coisa: às vezes à noite, quando a casa já está em silêncio, na cozinha (tenho espaço para isso), acendo a televisão num canal de música e ponho-me a dançar como se fosse o último dia da minha vida. Solto todas as minhas lamentações nessa dança e no fim sinto-me pronta a dormir o sono dos justos :)

    É libertador.

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    1. carla,

      Ainda bem que não pareço assim tão tolinha. E fico agradada que partilhes da minha opinião. A dança opera verdaeiros milagres no humor.Aconselho toda a gente a experimentar.

      E eu acho que se um casal gostar de dançar também cria laços de afectividade ainda maiores.

      Beijinho

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