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Diz o roto para o nu

Tenho sempre muito receio - e alguma cautela, por consequência - de estar a apontar defeitos aos outros, que seja incapaz de reconhecer em mim própria, estando eles lá. {vemos o agreiro nos olhos dos outros, quando no nosso temos uma trave} Admito que, nem sempre controlo a língua. Arrependo-me mesmo, mesmo de ter aberto a boca.

Se eu não sou exemplo, para que exigirei isso dos outros?

Comentários

  1. Acho que todos caímos um pouco nesse erro. Beijo minha querida!

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    1. Belle,

      >eu acho que muita gente nem sequer pensa nisso. haveria muita gente a pensar duas vezes antes de apontar o dedo.

      Beijinho e boa semana para ti

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  2. Reconheceres isso já é uma virtude :)

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    1. Marta,

      Acredita que tento ser o mais justa possível e fico muito triste quando cometo uma injustiça. Há quem diga que eu tenho a capacidade de ver o outro lado. Não acho que isso seja capacidade. Sigo a máxima: não faças aos outros o que não gostas que te façam a ti.

      beijino

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  3. Há um provérbio português muito bom para isto que falas: 'quem tem telhados de vidro, não atira pedras!' E eu também me esforço ao máximo por segui-lo porque às vezes se não tivermos cuidado, levamos com o telhado e com as pedras em cima...
    É muito sensível reconhecermos os erros, porque só assim melhoramos :)

    Beijinhos

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    1. B. Cérise,

      Reconhecer os erros ajuda a evitarmos que eles tornem a acontecer, mas de vez em quando, voltam a acontecer. E sinto-me tão mal com as outras. às vezes ainda sofro do efeito "ir com o rebanho" quando não verdade, sou tão contra ele.

      beijinho

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