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A mostrar mensagens de Agosto, 2013

Convénio de incendiários

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[Agência Lusa]

Finalmente conseguimos os dois sentarmo-nos à mesma mesa, partilhar a mesma refeição, deitarmo-nos na mesma cama. Na nossa casa. Anda com umas olheiras de meter dó, acho que envelheceu muito no último mês, precisa de descanso. Dormir num quartel não é a mesma coisa que dormir na nossa cama. Pelas mais diversas razões. Esta noite, não ouviu sirenes tocar nem carros-tanque a sair. Contudo, às 4.30 h  da manhã liga-lhe um colega do Caramulo a pedir ajuda, a dizer que estava tudo a arder, que tinham de ir para lá. Se não soubéssemos que o rapaz tinha deixado de beber, diríamos que tinha acabado de apanhar uma carraspana e que só queria chatear. Lá o meu marido o tentou acalmar e disse que não podia fazer nada. Tinha todos os homens destacados para Amarante, mas certamente que já deviam ir meios a caminho. Ninguém mais dormiu naquela casa, a não ser quando nos tínhamos de levantar. Seguiu-se o meu sogro a ligar, aflito, a dizer que tudo à volta estava a arder e temia pela a…

Vêm aí oito... e agora?

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O mês de Setembro tem duas datas importantes: a do casamento e a do aniversário dele. Todos os anos tenho de  contar sempre com a hipótese dos incêndios estragarem os planos que vou delineando para os dias. Este ano não vai ser excepção. Não posso raptá-lo do quartel. Havia quem não achasse piada nenhuma
No ano passado consegui ultrapassar a situação e tudo acabou por sair como foi planeado. O resultado não podia ter sido melhor, apesar de todos os imprevistos de última hora.
Este ano, temos estado muito mais tempo separados, porque os incêndios têm dado dado dores de cabeça acrescidas. Acho que neste último mês, dormiu em casa três HORAS numa escapadinha a casa - estou quase uma rapariga solteira. Acho que ele já nem sabe onde mora...
Tal como aconteceu no ano passado vou ter de direccionar a surpresa para o quartel. Mas ainda não consegui engendrar nada diferente. Mandar-lhe um telegrama de chocolate é coisa demasiado previsível, acho eu.
Queria algo diferente e surpreendente. Mas …

Domingo bom

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[é mais o contrário :)]


O domingo, apesar de ainda não ter acabado, e de eu já saber o que me reserva daqui a uma horas, está a ser bom. Junto da família, apesar de faltar o marido, não deixa de ser prazeiroso. O regresso do marido ao quartel esta madrugada foi o desapertar um bocadinho o coração. Logo voltará ao desassossego dos últimos dias, mas não vou demonstrar preocupação. Não posso fazer parte das suas preocupações. Ele tem de ir, com a certeza de que fico bem. E assim será. A juntar a esta boa notícia foi dia de almoçar no meu irmão e recolher muitos mini-abraços do meu sobrinho. Para espanto de todos, ele vem logo a correr dar-me um abraço enquanto outros lhe pedincham beijos que ele recusa. Acho que eu e ele temos um pacto silencioso - nada de beijos, mas há sempre um abraço preparado para mim. Achei oportuno juntar uma garrafa de espumante à sobremesa improvisada à pressa, dada a surpresa do convite para almoçar. afinal os bons momentos são para ser comemorados, porque o h…

trocam-se as voltas

Na semana passada fazia parte da escapadinha romântica aproveitar a viagaem a Anadia para dar um pulinho à Serra.  A tantos quilómetros de casa, juntávamos o útil ao agradável e matávamos dois coelhos de uma só cajadada. Volvemos a correr já que ele teve de se apresentar nos bombeiros tão rápido quanto possível [não sei como se governavam eles antes de ele se transferir para lá; até lhe gastam o nome!]. Portanto, a visita quinzenal ao pai, ficou sem efeito para ele. Quanto a mim, no domingo, tive de voltar a fazer o percurso até à serra e voltar [sozinha] para cumprir com o calendário de visitas e sossegar o sogro - que, cada vez mais, anda nervoso com isto do filho ser bombeiro a tempo inteiro. Os seus oitenta e quatro anos ainda aguentam muita coisa, mas tendo sido o meu marido o seu grande suporte nos últimos anos, desassossega-se com facilidade . Não o censuro, e adianta pouco estar com paninhos quentes. Ironicamente, logo à noite volta à serra, que tão bem conhece, em conjunto c…

Vamos colorir 2013 [Agosto - Turkish Sea 4]

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"todos têm a sua cruz"

as notícias que me tocam

Agosto permite vir mais cedo do trabalho. Permite ver aberturas de telejornais das oito.  Agosto permite ver o país a arder. Permite ver a exaustão dos bombeiros. Permite ver a chama a consumir floresta e a ceifar vidas. Agosto é o mês que mais me custa, pela violência e frequência dos incêndios. Porque mais que a solidão que tome conta desta casa, está a preocupação sempre presente. Mais do que noutras alturas. 
Hoje, ao ver a notícia de mais um bombeiro que foi surpreendido mortalmente pelas chamas, deixei que as lágrimas corressem pela cara. Numa serra que ele conhece bem, que talvez o tenha feito ser bombeiro. Deus - ou qualquer que seja a força que nos rege- permita que não aconteça mais. Que eu nunca tenha que ouvir aquilo que a família daquela bombeira hoje terá ouvido.  Endoidecerei certamente.

Fugir à rotina com um copo de espumante [sempre] na mão

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A ideia de irmos à Adega Quinta do Encontro foi-nos dada no Hotel do Parque, quando estivemos à conversa com as nossas anfitriãs. Não foi fácil lá chegar dado que a sinalética é quase inexistente. Andámos um pouco à sorte e  quase desistíamos.

Na Bairrada proliferam adegas que integram a rota da Bairrada; a Quinta do Encontro tem um conceito de adega que apreciámos muito. Não sabíamos muito bem ao que íamos e tornou-se uma agradável surpresa.

Os aspecto do edifício é muito vanguardista face às demais adegas. Tentou criar-se um projecto inovador e parece-me que isso foi conseguido. Nós não tínhamos pensado em sítio nenhum para almoçar e aquele lugar juntou a fome com a vontade de beber.



O edifício tem um formato a lembrar os saca-rolhas e as rolhas de espumante. Tem uma lareira interior, que é acesa no Inverno.  Quando entramos somos premiados, na sala da lareira- uma espécie de antecâmara para o restaurante. com muita simpatia e um copo de espumante. Escolhida a ementa, somos guiados …

Fugir à rotina num cenário quase cinematográfico

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Se no post anterior mostrei o hotel onde ficámos, deixo agora um pequeníssimo resumo fotográfico do que se pode ver na Curia. Tive pena de não ver dois ou três espaços arquitectónicos, mas acho que ainda lá devo voltar este ano para o fazer.








Fugir à rotina do século XXI

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Depois de duas semanas metido entre chamas e cinzas, ele é que desempatou nas minhas escolhas para o hotel. Merecíamos estar juntos e sem grandes perturbações- o que não se veio a verificar, mas aproveitou-se o que se pode. Soube tão bem mesmo sendo pouco. Vimos o nosso tempo bem rentabilizado.

Os principais requisitos para o local onde passar a noite era um ambiente tranquilo, confortável, romântico e intimista. A escolha recaiu sobre o Hotel do Parque na Curia. Não foi uma questão de dinheiro, foi mesmo do ambiente vintage que julgávamos ter o hotel. E não nos enganámos. Tal como disseram as anfitriãs do hotel, de uma amabilidade fantástica, há quem tenha o serviço de SPA e piscina, este hotel tem aquele ambiente acolhedor e tranquilo, a reportar-nos para outro tempo.  O hotel tem vindo a sofrer algumas adaptações já que sendo datado da década de vinte do século passado, apenas possuía duas casas de banho em cada piso, as camas eram pequenas, e um outro sem número de mordomias que …

para o que estou (sempre) guardada...

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A esta hora devia estar a gozar a minha última noite de escapadinha a dois, que andei a programar há uns dias atrás, e que fui falando. Devia, mas não estou. Esta tarde regressámos a casa a correr, ele lá vestiu a farda à pressa e lá foi, enquanto o diabo esfrega um olho, acudir.  Foram boas as vinte e quatro horas de escapadinha romântica, que vai dar uns quantos textos, certamente. Porque, mais do que relatar a escapadinha, estou entusiasmada para divulgar lugares que valem tão, mas tão a pena visitar. Só para ficar um "cheirinho", a escapadinha meteu muitos copos de espumante, uma noite de piano bar, muitas fotos de casas, uns quantos momentos insólitos a meter GNR e uma desconhecida, e colecções de arte Joe Berardo. 
Prometem-se fotos, e se os posts pudessem mexer com outros sentidos garantidamente iriam sentir o aroma e sabor fantástico de vinhos nas minhas palavras.




a sexta que segue um feriado

É péssima, porque parece ser outra segunda-feira.

O que vale é que amanhã é sábado. Nunca mais vem...

Vamos colorir 2013 [Agosto - Turkish Sea 3]

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Um presente diferente

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A minha mãe tem quatro irmãos. A tia H. é minha preferida. Desconfio que, tanto eu como o meu irmão, somos os sobrinhos preferidos dela. Somos parecidas em muita coisa. Curiosamente, nunca gostei muito da minha avó materna (não houve muito convívio) mas dizem que a minha tia H. é a filha mais parecida (feitio) com ela. Ela tem sempre muita criatividade e aprecia particularmente presentes feitos em casa. Adora flores também. O seu aniversário foi há um mês mas não tivemos muito disponibilidade para o almoço comemorativo. Foi hoje. Eu estava em falta com o presente, e conhecendo-lhe os gostos achei que o presente ideal seriam flores. Umas flores especiais. Apesar de cá por casa haver coisas para fazer, a ausência do marido nos incêndios longe de casa, obrigou-me a pensar em algo para manter a cabeça ocupada. Foi surgindo o presente para a tia H. Com aroma, tais como as verdadeiras. Ficou encantada que quis logo que ficasse como centro de mesa. 

                                         …

depois do almoço

O que teria assentado mesmo bem era um cochilinho.

Se sair cedo, sou capaz de ainda dormir uma sesta antes do jantar. ando precisada.

Agosto, fogo posto

Ontem seria  a única noite desta semana que contava com ele para jantar e dormir. depois só lá para sexta, já no hotel escolhido para a escapadinha de fim-de-semana que falei AQUI. A notícia chegou ontem à tarde. Estranhei aquele telefonema, mas não me foi difícil somar dois com dois, antes que ele chegasse ao cerne da questão. Fora escolhido para integrar uma "equipa especial" para os fogos no distrito de Viseu. Não houve tempo para ir a casa recolher o que está provindenciado para situações destas, coisas básicas como comida e roupa. Lá se organizou como pode. Não vou dizer que dormi descansada porque mentirei. Fiz-lhe prometer que sempre que pudesse me enviasse, pelo menos, uma sms a dizer que estava bem. A última tinha sido perto das três da manhã, a  dizer que iria deixar de ter acesso devido às dificuldade no terreno. Vive aquilo tão de corpo e alma que se esquece que eu sou uma civil, mas lá vou compreendendo a linguagem que não me é de todo estranha. Esta manhã corr…

do carácter de cada um

Dar segundas oportunidades pode vir a provar-se ser um grande erro. Nem sempre damos logo por ele, mas quanto mais cedo acontecer, menos sofremos com a nossa decisão inicial.



amanhã é dia de

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[daqui]

Pic-nic!  Gosto tanto!

Vamos colorir 2013 [Agosto - Turkish Sea 2]

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Duas chávenas [Vista Alegre] que nunca saíram de dentro da caixa para uso. Foi uma oferta e sou incapaz de me desfazer delas.

pequenos grandes gestos

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A surpresa quando cheguei a casa serviu para amenizar o desgosto que cá mora dentro.




anda a crescer...

Já disse várias vezes que não sou de guardar rancor e, consequentemente, ódio a ninguém. Sou de esquecer muito facilmente. Ultimamente, parece ter crescido esse sentimento de ódio - continuo a achar esta palavra forte demais - pela minha colega de trabalho, a destrambelhada que já falei aqui, aqui, aqui e mais há, mas nem vale a pena referir mais coisas que já escrevi.
Não gosto deste sentimento, mas só de a ouvir falar, fico com os nervos em frangalhos. Fico mal disposta. Já nem a posso ver. E ela sempre aqui na minha frente.
Sinto-me tão mal com isto. Assumo que isto me está a afectar mais do que seria de esperar. Negativamente.

A sorte existe mesmo?

A maioria das pessoas que conheço têm os seus problemas, adversidades mais ou menos ultrapassáveis, percursos com algumas curvas, mas vão andando. Também conheço pessoas nos extremos opostos da maioria. Pessoas que não fazem muito pela vida, e bafejadas pela sorte, cai-lhes tudo ao colo. Do lado contrário, pessoas a quem acontece tudo [de mal], ou quase. Ainda mal refeitas de um acontecimento grave, já se vêm metidos noutro idêntico. Será que estar propenso a coisas boas ou más é uma espécie de sorte escrita nos genes? A sorte tem mais peso na vida das pessoas do que elas crêem? Ultimamente ando a questionar-me se vale a pena lutar por uma coisa boa, se se sair da casa de partida logo em desvantagem. Por outro lado, será que as pessoas que sempre foram bem sucedidas sem esforço, deverão gastar energias a ser ainda mais bem sucedidas?

a beleza do antigo

O meu gosto pelas coisas antigas vem de muito longe, talvez porque cedo aprendi a apreciar pequenas coisas que crianças da minha idade pouco se interessavam. As peças de Limoges ou da Vista Alegre, os cristais e vidros da Marinha Grande, a filigrana do Minho, os bordados da Madeira. Ainda hoje me encantam jogos de loiça antigos, ou peças de enxoval que já foram das avós. Tenho as fronhas do jogo da noite de núpcias da minha avó materna e guarda-as como uma grande relíquia Gosto de feiras de velharias, e se encontrar uma num passeio gosto de esmiuçar as bancas à procura de coisas giras. Há coisas a que me custa resistir, mas não vou acumular tralha cá em casa que não valha a pena.  Gosto de peças, tecidos e casas vintage. Há muito tempo. Não é porque agora é moda gostar, porque desde que me conheço que gosto.  Por isso, e porque ando a planear um fim-de-semana fora da rotina habitual, como já disse aqui, ando cheia de dúvidas. Embora Coimbra ainda não esteja totalmente de parte, estou…

Rato do campo, rato da cidade (*)

Não sou rapariga para fazer campismo ou andar por aí a correr mundo numa auto-caravana. Não vou negar que prezo muito o conforto de uma boa cama. Momentos fora da rotina e ao ar livre só mesmo pic-nics e com algumas restrições. Confesso que a idade também me trouxe alguma repugnância por uns quantos animais. Quando somos crianças nada nos mete medo, só o escuro. Só de imaginar osgas e semelhantes por perto fico com um certo nervoso miudinho. Que pavor! Acho que sendo moça da província, começo a ter alguns traços vincados de citadina. Desengane-se contudo, quem julga que eu já não sei que as batatas crescem na terra e não nas árvores.  Não nego as minhas raízes. Não acho que ser da província seja algo a menosprezar. Felizmente, apesar da modernidade chegar primeiro às cidades, existem coisas que elas nunca terão. E dessas, há muitas que aprecio e reconheço que não haverá modernidade nenhuma que as compense.

(*) Livro Infantil de Alice Vieira, que fará sempre parte das minhas memórias d…

Livro de cabeceira

é um calhamaço. é o manual do meu carro.
habituada que estava ao painel de instrumentos do Opel, vejo-me agora perdida numa panóplia de botões desconhecida. da leitura de ontem, descobri como se sintonizam outros canais de rádio. Só trazia 3, felizmente um deles é o da minha rádio de todas as manhãs. Ando às voltas com o emparelhamento do telemóvel no carro; para isso preciso de mais umas leituras. Creio que vou demorar uma semana  (ou mais) a perceber como se põe aquilo a trabalhar. hei-de lá chegar.

duas caras

Custa-me que as pessoas voltem com a palavra atrás, que dêem o dito por não dito. Mesmo depois de prometerem mundos e fundos. Sou demasiado crente na Humanidade em geral, e nalgumas pessoas, em particular. Faço mal, está visto.


Vamos colorir 2013 [Agosto - Turkish Sea 1]

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Mais uma vez, rosas...
Procurei uma flores artificiais brancas ou azuis, mas não encontrei nada que me agradasse. Ramos secos das árvores do quintal, pérolas e feltro foram os materiais para conseguir umas rosas para uma jarra. foram as primeiras, mas acho que não vão ser as únicas.

alguém me sabe dizer?

Apesar de já termos tido férias, mais no papel do que na realidade, andamos os dois completamente estoirados, pela preocupação e pelo esgotamento físico. Só ontem ele fez 600 km de ambulância e com muitas horas de espera em IPO. Andamos sem paciência para os outros e com pouco tempo para nós. O Verão é sempre complicado, já que ele passa a maior parte do tempo nos Bombeiros. A juntar a tudo isto, de quinze em quinze dias já contamos com a viagem habitual à serra, que tem sempre trabalho doméstico incluído, como cozinhar e passar a ferro, em menos de 24 horas.
Assim sendo, dado que recusámos um convite para um casamento este mês, e existem umas moedas de dois euros no mealheiro para ocasiões especiais, eu estava a pensar (ele ainda não sabe) ir passar um fim-de-semana a um sítio jeitoso, prazeiroso, com direito a umas paisagens bonitas, quarto em estilo romântico, e talvez uma outra actividade engraçada.
Eu estava a pensar algo na Curia ou em Coimbra - ando há tanto tempo para ir ao J…