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A mostrar mensagens de Dezembro, 2013

Feliz Ano Novo

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Já que no Natal estive forçosamente afastada daqui, que hoje haja um minuto para desejar a quem passa aquilo que desejo para mim: tudo de bom neste ano que se avizinha.

Sejam felizes, acima de tudo, sem causar infelicidade a ninguém.

Vamos colorir 2013 [Dezembro - Cloud Dancer 1, 2, 3, 4]

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Por motivos vários, este mês não não lancei as minhas fotos para o desafio das fotos. Não quero que o ano de 2013 acabe sem terminar o desafio. Promessas são para cumprir.

Ainda hei-de cá vir outra vez antes do ano acabar.



Adoro pérolas, mesmo que algumas sejam falsas.








presente de Natal do meu sobrinho que tem nome de anjo


o meu mini-presépio de mesa. este ano não me apeteceu desencaixotar o grande.

Obrigada Ângela e Lemon por este desafio. Consegui completar um ano de desafio mesmo que atrasada.




O meu presente para todos

Este é o meu conto de Natal predilecto, mais de vinte anos passaram desde que o li a primeira vez. Atribuem-no (pelo que pesquisei) ao autor do Principezinho. Se eu tivesse jeito para ilustrações, este era o conto de Natal que eu ofereceria no Natal ao meu sobrinho, feito com as minhas mãos, embora não sendo minha a história. Já falei nisto há uns dias atrás.
Este é o meu presente para quem passa por estas bandas. Para quem gosta de contos, espero que aprecie tanto como eu.

As Filhós de Natal Era uma vez uma velhinha que morava na última casa da aldeia, e como sempre acontece às pessoas que vivem sós, costumava pensar em voz alta. O tempo do Natal estava a chegar e a velhinha certo dia lamentou-se: — Ai, já amanhã é a véspera de Natal e pela primeira vez na minha vida não vou comer filhós! Mas como havia eu de as amassar? Não tenho força nestes braços para pegar na abóbora que está em cima do muro... Não posso subir a uma escada para apanhar laranjas... 0 reumatismo não me deixa ir ao moi…

depois do que tenho visto e ouvido nos ultimos dias

Fico com ideia que as pessoas que sempre tiveram os Natais mais modestos são as que continuam a gostar de Natal. As que sempre tiveram tudo em diversidade e quantidade gostariam que esta época não existisse. Se mandassem, aboliam este dia do calendário.
Obviamente, que não há regras sem excepções.

emoções

Ontem conversei muito com o meu sobrinho, enquanto estive em casa do meu irmão. Ele falou, eu ouvi. Ele contou as peripécias dos dias dele, eu ouvi e fui-lhe alimentando a imaginação já de si fértil, quer-me parecer. Conta histórias mirabolantes só para me fazer rir. Sempre achou muita graça que eu me risse das suas graçolas. Quando foi dormir, deu-me as duas beijocas da praxe e eu dei-lhe um grande abraço demorado. E hoje, de todas as vezes que me lembro dos momentos de ontem emociono-me. Lá brotam mais umas lágrimas. Ele, se me visse chorar, ficaria triste.

oh pá,

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à terra onde fores ter, faz como vires fazer.


habituamos mal as pessoas

Trago muitas vezes bolos, queques, biscoitos aqui para o trabalho. Feitinhos na hora- muitas vezes- o que implica levantar-me mesmo muito, muito cedo, uma vez que tenho uma hora de caminho até ao trabalho.[faço com gosto, não me lamento]. Fico muito satisfeita quando as pessoas apreciam. é também uma forma de mimar as pessoas.
O meu chefe e patrão - guloso, guloso que só ele - já me falou nas broas castelares sei lá quantas vezes. Ainda há pouco me voltou a falar. pela enésima vez.
Por graça [nada a ver com graxa, que fique bem claro], até era capaz de experimentar, mas acho que deve ser um doce demasiado elaborado para as minhas mãos. Tenho medo que a coisa corra mal, e depois fico com pena das horas que fico a dever à cama.
O chefe surpreende-se que as pessoas da minha idade e mais novas saibam cozinhar [a mulher dele não sabe]. por isso, é com deleite que lhe provo exactamente o contrário.

presentes com significado

O Natal é muito das crianças mas, lá por ser adulta, continua a ser a minha época favorita. Só uma desgraça de me partir o coração, nesta altura do ano, me fará deixar de gostar do Natal. Talvez.
Apesar de me julgar uma pessoa que não sonha muito, por ter os pés pregados à terra, dou por mim a contar os projectos que inconscientemente fiz, para quando um dia tivesse um filho. Perante aquilo que parece uma remota possibilidade, remeto os projectospara o meu sobrinho. Aliás, lembro-me muitas vezes dele; dou por mim  asorrir quando me lembro do sorriso dele ou de algo que me disse.
Há dois meses, andava ele com o fascinio dos instrumentos musicais; pensei em comprar um, mas julguei que, por altura do Natal, já tivesse outro interesse e acabei por comprar outra coisa. Já tem bateria, flauta e umas maracas. O Natal vai trazer-lhe uma guitarra e um piano com microfone.  Estes últimos andou ele a pedinchar que gostava muito. Achei uma piada ao pormenor que o piano tinha de ter microfone.
En…

Auto-crítica

Devo ser a pessoa com mais mau feitio que conheço. Infelizmente.

[e eu conheço muita gente e não apenas de vista]

dos meus momentos

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Apesar dos dias cheios e dos pensamentos estranhos que me têm transbordado da cabeça até ela latejar, hoje à saída de casa, saí do carro e, por um instante, contemplei o céu, e senti-me tranquila. Sussurrei um "dou graças por este nascer de dia, por estar aqui" e ainda tirei uma foto, mesmo estando atrasada. O céu estava avermelhado, fantástico, maravilhoso.Senti uma paz, não reclamei com o homem à minha frente que não andava, nem resmunguei quando tive de esperar que o sinal abrisse. A ventania que estava, fez levantar um imenso tapete na calçada e imensas folhas castanhas douradas voaram sobre o carro. Senti-me envolvida num ambiente mágico, num cenário de filme romântico, como se todas aquelas folhas bailarinas fossem um separador de tempo numa história de amor. Soube-me bem outro momento mágico num espaço de tempo tão curto.
Fiz uma viagem até ao trabalho na companhia da rádio de sempre e a música fez-me atravessar mentalmente várias fases da minha vida.
A viagem termin…

A curiosidade pode dar cólicas

Contou-me o meu marido, um destes dias, que os colegas têm uma imensa curiosidade sobre os almoços/jantares que ele leva na marmita.  Tenho por hábito mandar-lhe comida o mais diversificada possível. O mesmo se reflecte na sobremesa. Parece que não são raras as vezes que lhe cobiçam a comida. Há uns tempos, enviei-lhe tortellonis com o molho de tomate e requeijão à parte. Teve uma imensa plateia - para uma situação destas, ter três, quatro pessoas a olhar, é imenso - a assistir ao abrir das suas caixas da comida. Lá teve ele de partilhar porque houve quem nunca tivesse visto tal comida. Felizmente, que vai sempre bem servido ou, com tanta partilha, ficaria esfomeado. Mas, ainda na semana passada, quando lhe enviei uma pequena fatia de tarte caseira de noz, teve de a dividir por três tal era o ar de gula com que os colegas estavam.[Quero pensar que seria gula e não fome. Já lhe disse que, se lhe sobrar comida, que dê a um dos colegas que possa necessitar ou querer. Há muita miséria es…

desta vez, é deixar correr

A única vantagem de estar tremendamente constipada é não precisar de conter as lágrimas. Vão sempre julgar que é do nariz e não da alma.

amor é

Ele deixar-me um cesto cheio de lenha, junto à lareira,  caso me apetecesse acendê-la. Eu escolher as maçãs mais bonitas e reluzentes para ele levar para o lanche.
[isto também é mimo, carinho!]

duas coisas sobre mim.

Acho que tenho sentido de humor.
Porém, sou tão, mas tão incompetente a contar anedotas, que mal começo  perde logo a piada. Não se perde tudo - começo logo a rir e os outros riem-se de me ver rir.

[Às vezes sou uma palhacita, é verdade.] 

aos poucos [e verdadeiros] amigos que tenho

Tento ser uma pessoa sempre presente. se me fazem um pedido, acreditem que não me esqueço. Faço das tripas, coração. Corro mundos e fundos. As coisas que espero deles é que, de vez em quando, me perguntem como vai a vida [que a pergunta seja de coração, com interesse] e que se lembrem do meu aniversário. e que não demorem nenhuma eternidade a responder a uma ou outra sms. Se quisesse que a resposta demorasse, escrevia uma carta. Acho que não peço muito. Já disse que uma das minhas dificuldades é pedir, seja o que for, a alguém? Não é orgulho. É medo que me digam a mim, o que não digo a nenhum dos meus amigos.
Sei que a amizade não tem para a maioria o valor que eu lhe dou.  Ou chamam a amizade a uma coisa que eu chamo de conhecimento de circunstância. Amizade é um sentimento de raízes e não de areias movediças. não há dias que se é e dias que não se é amigo. 
Não deixo de acompanhar os meus amigos. Mas há muito que deixei de lhes dar conselhos. Mesmo que mos peçam. Limito-me a que ch…

confissão

Passei a manhã toda a desejar que este dia passe rápido. Tenho tanta vontade de ir para casa.
Não sei o que tenho hoje, mas não me sinto bem, nem me apetece estar aqui.
Gostava que isto, entretanto, passasse.Era bom.

começou Dezembro, não acabou o ano...

Bem sei que o ano ainda não acabou mas, em lugar de fazermos a árvore e o presépio (ficam para a noite de amanhã), fizemos uma retrospectiva de 2013. Admitimos que foi um ano generoso, os dois com saúde, alguns trocos no bolso e os dois com emprego. Não nos pareceu mal. Já temos votos para 2014; resolvemos ser humildes nos desejos.  Demos graças pelo que temos e conseguimos ser. Lá para meados do mês havemos de fazer o nosso orçamento familiar, traçar objectivos mais concretos e voltar a agraciar pelas coisas boas que a vida nos tem dado, as lutas que temos travado, as vitórias que temos conseguido. Foi um momento bom do nosso dia.
A vida não nos tem dado tudo o que desejamos muito, mas vamos começando a ficar resignados quanto aquilo que a vida nos quer dar. Talvez as coisas tenham mesmo de ser assim, sei lá...