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A mostrar mensagens de Janeiro, 2014

a maldição de Janeiro

No ano passado, tivemos uma série de episódios menos bons em Janeiro. Inclusivé um acidente de automóvel. Este ano, Janeiro está a ser pesado, a deixar-nos os nervos em franja, a tirar-nos o sono. Espero que estas maldições se fiquem por aqui. Ou vamos ter de arranjar qualquer coisa forte para as insónias.

Dezoito

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O nosso namoro atingiu hoje a maioridade[embora nem sempre pareça, devido a algumas infantilidades];  nove deles, foram de casamento a comemorar lá mais para o final do ano.
A esta hora, ele já me tinha perguntado se queria namorar com ele, e já tínhamos dado o primeiro beijo. 
Hoje estamos ambos de parabéns. Ele pode esquecer-se de comprar pão, ou de apagar luzes, ou nem sempre repara quando tenho uma roupa nova, mas nunca se esquece da data - vai ao minuto. E a par dos pequenos defeitos, tem grandes qualidades que continuo a apreciar desde o primeiro dia.  Estamos de parabéns por estes dezoito anos; no bem e no mal, cá nos temos aguentado.


eu antes não era assim

Ao fim-de-semana faço tanta coisa - não páro - e não tenho nem um quarto do cansaço que sinto durante a semana. Eu, que antes aguentava tudo e dormia ainda menos do que durmo, agora pareço um farrapo. Sempre a desejar que chegue o fim-de-semana. O trabalho anda a sugar-me toda a energia.   Este ano tinha-me prometido começar a sair mais cedo. Ainda não cumpri uma única vez.

As resoluções de ano novo estão, portanto, a seguir um óptimo caminho. Como a escrita por estas bandas, que anda pelas ruas da amargura.

não é ironia?

Aqui na empresa [maioritariamente masculina], temos uns quantos casos de homens que não têm qualquer filho; e temos outros tantos que têm vários filhos, frutos de várias relações. A maioria destes afirma que tem condições bastante limitadas para ter filhos.   Um deles (mas há mais) vai agora para o terceiro filho - já tem um de uma relação anterior, a companheira tem outro de outra relação, e está agora grávida de sete meses. Ele vê-se obrigado a faltar alguns dias ao trabalho, já que a gravidez apresenta riscos acima dos comuns. Agora um destes dias, lamentava a sua sorte, contando que a companheira era acompanhada pelo Centro de Saúde, no planeamento familiar e que a causa da sua garvidez, alegadamente, tinha sido por a médica lhe ter prescrevido uma pílula "mais fraca". Vê-se agora com uma débil situação financeira para ter mulher e três filhos a seu cargo. A sua situação aqui na empresa é de temporário, ao faltar tantas vezes, podem dispensá-lo. Ora eu que "ando h…

Momento: Vale a pena pensar (mesmo) nisto

Há muitas opiniões que tenho que, remando contra a maré, me parece inútil partilhá-las com demasiadas pessoas. As pessoas que privam comigo sabem exactamente o que penso.  Ontem, numa visita rápida pelas (letras) gordas da blogosfera deparo-me com um texto que reflecte exactamente o que penso. (O tempo tem sido tão contadinho, que as visitas são mesmo fugazes, feitas  de lanchinho numa mão e rato na outra.).
Acho que vale a pena pensar nisto: Aqui.
Escrito por uma das pessoas que mais bem escreve pelos meandros da blogosfera que conheço. Nos tempos em que as pessoas não ouvem e mal sabem ler, isto será uma "espécie de sermão as peixes", mas insisto ainda assim, que vale a pena pensar nisto. Seríamos todos melhores pessoas, e eu não veria tanta gente tão só.

o que lá vai, ainda está... [isto é um texto estranho e confuso]

Dizem que o que lá vai, lá vai. Por aqui o que lá vai, deixou algumas mazelas estranhas.  Tenho-me apercebido que o meu sexto sentido, ou poder de observação, tem-se tornado cada vez mais aguçado ao ponto de sentir um certo receio, por mim, pelos outros. às vezes, dava-me menos que pensar se não me apercebesse de certas realidades à minha volta. Sei que a maioria das pessoas julga que o mal só acontece aos outros. Já eu - neste lado mais negro que não consigo aliviar - penso exactamente o contrário. Se o mal acontece aos outros, eu não sou diferente para não me acontecer a mim.  Nos últimos meses de 2013 pressagiei umas quantas coisas, que acabaram por se verificar [não tenho poderes sobrenaturais ou algo assim; limitei-me a ouvir e observar, volto a dizer]. Quando me contaram, senti-me mal por diversas razões: por ter pressentido que iriam acontecer, por terem acontecido e por as pessoas envolvidas nunca se terem apercebido. Andei bastantes dias mais calada, tive alguns ataques de a…

do meu jeito de ser

Tenho tido muito que pensar e pouco que escrever.  Há coisas que dificilmente saem da boca para fora, menos ainda para o papel. E isto mói, oh, se mói!


"do mesmo modo que hoje nos deram, amanhã podem tirar-nos"

"O primeiro passo que deveremos dar será escrever os nossos sonhos; o segundo, acreditar neles; o terceiro, sentirmo-nos bem e lembrarmo-nos de que, quando os resultados não são os esperados, é certo que encerram grandes ensinamentos e são a antecâmara de novas oportunidades.
Só de nós deve depender que os nossos sonhos se tornem realidade. Quando permitimos que sejam os outros a facilitar-nos a sua concretização, estaremos a deixar os nossos sonhos nas suas mãos e, do mesmo modo que hoje nos deram, amanhã podem tirar-nos" 
(Maria Jesus Álava Reyes em Trabalhar sem sofrer)
Novembro e Dezembro trouxeram-me coisas que são exemplos destes parágrafos que encontrei posteriormente. Tenho sempre tão presente que do mesmo modo que hoje nos deram, amanhã podem tirar-nos. Nada é certo e seguro, nem quando somos bestiais! Isto aplica-se a tudo na vida