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A mostrar mensagens de Janeiro, 2015

as pessoas estão tão enganadas sobre ter cuidado com a boca para não engordar...

Tenho uma quase obsessão por comida saudável - e não sou magra! Tenho muito cuidado com os açúcares e gorduras. Comidas com molhos e fritos são quase sempre evitadas. Fast food também é coisa que nem sequer entra em casa e não tenho o hábito de comprar comida take -away. E se não fosse tão cuidadosa, já não caberia nas portas, possivelmente. 
Esta minha rigidez na confecção de refeições traz-me imensos problemas sobre o que fazer para o jantar - que, neste momento, a par com o pequeno almoço - é somente o que é feito em casa. Pelo meu marido qualquer coisa serve... mas qualquer coisa lá em casa, não se faz. e logo a qualquer coisa, sugere pizza! Enfim... já disse que ele parece os miúdos...
Bom, toda esta ladainha, porque estou constantemente a pensar que alguns blogues de culinária colocam receitas cheios de molhos, abusam dos gratinados, das natas, dos queijos, das margarinas.  E depois têm sempre uma boa figura. Como conseguem que, apesar das carradas de coisas que são potenciador…

Gosto...

De pão com azeitonas. Muito!

(lembrei-me agora que me apetecia mesmo isso)

discussões

Prefiro mil vezes palavras duras a silêncios. As palavras duras doem, mas também cauterizam as feridas abertas.
Com os silêncio fico com a ideia que a outra pessoa não ouviu nada; na face não vejo expressão nenhuma. 
E depois, fico ainda mais consciente que terei falado para uma parede quando, passados uns tempos, volto a ter de discutir sobre o mesmo assunto. e tenho em resposta outro longo silêncio.
Gosto muito de silêncio, mas não nas discussões.

Acho estas músicas tão bonitas que até doem - pelo menos, nesta minha fase melosa

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[Recantiga, Miguel Araújo]
[E Agora, Mikkel Solnado]
Lá por serem em português, acho que não devem ser subestimadas.

Cisma

Não tenho nada de invejável. assim o acho, já que sou uma comum mortal. perceberiam isso se me conhecessem.
Contudo, há pessoas que me assustam. Pessoas a quem sou incapaz de contar as minhas coisas boas, ainda que sejam pequeninas. Assustam-me. parece que lhes leio nas palavras raiva e ódio, quando não há motivo absolutamente nenhum.
Há pessoas com palavras meigas e olhar fuzilante, capazes de nos matarem, só porque acham que temos mais do que merecemos. Ou porque acham que mereceriam aquelas pequenas coisas, insignificantes.
Assustam-me. muito.

coisas que não sabem...

Sou incapaz de saber a ficha técnica de um filme: realizador, actores principais, ano de realização, banda sonora...
Já saber que o ET foi realizado pelo Spielberg não é mau. Cultura geral, não é?
Por isso, quando se põem a falar de filmes neste âmbito, fico de boca calada. É mesmo o melhor.

Hoje...

passou-se qualquer coisa neste blogue que eu não percebi [muita gente por aqui andou, vinda não sei de onde, nem porquê]... palavra que eu não entendo o motivo. a sério. PS- Gaja Maria, acabei de eliminar um comentário teu, sem querer. desculpa. [é o que faz estar a aprovar comentários num écran táctil).

ainda isto de andar meio estranha...

Mais depressa me lembro das músicas do que dos livros da minha vida.
Como ainda hoje li AQUI, há livros que mudam a nossa vida.

Qual é o romance que leram e que, até hoje, é imbatível em termos emocionais?

Melosa - ou romantismo em demasia?

Ando numa fase que só me apetecem filmes românticos, livros românticos, gestos românticos.
E às vezes até cai uma lágrima parva. Estou sensível, é o que é.
É o que faz parar para pensar, afrouxar o ritmo, baixar a guarda. Descobrir que se esteve muito tempo dormente, quase adormecida, no meio de um ritmo frenético de vida.

Pode ser que entretanto enjoe. E isto passe. Talvez seja mesmo só uma fase mais emocional em vez das minhas fases racionais.

ainda estou longe de querer ler livros de nickolas sparks. preciso de algo mais "temperado". Pode ser que ainda tenha cura...

depravada ou desenrascada?

Ando a pensar dar mais uso e mais interessante, à farda de gala de bombeiro (do marido) que está no armário... e fica a custo zero. Com direito a bivaque e tudo.  Será que vai haver fogo? :D

Tatuagens

Não tenho nenhuma. Pelo menos daquelas de tinta e agulhas. O meu marido diz que eu nunca teria coragem para fazer uma. Mas lá foi indicando o local mais sensual para eu fazer uma tatuagem, quando lhe perguntei.
Acho que uma tatuagem é uma coisa demasiado definitiva para eu me por com isso. Além da dor pavorosa das agulhas, da qual fujo a sete pés. Para marcas e agulhas, já me basta a covinha no rabo das múltiplas injecções que levei quando miúda - à força, praticamente! Não havia quem me segurasse.
Gosto muito de ver.Acho muito giro num ou outro local - tenho alguns eleitos. Provocador, até. Mas como o que é demais cheira mal: não gosto de autênticas BD espalhadas pelo corpo.Há quem goste e eu não censuro.
Lembrei-me de falar nisto porque agora um destes dias, uma miúda das aulas de dança tinha um gato bem rechonchudo tatuado na face esquerda. A miúda não devia ter mais de 16 anos. Acho que tatuar algo de uma dimensão considerável num local tão exposto, ainda mais numa idade que nem …

mesmo que passe todo o tempo do mundo, a minha memória auditiva lembrar-se-á do dia

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O dia de ontem vai ter associado esta música. Porque a ouvi durante os momentos mais introspectivos, de preparação, e depois, de algum alívio. É só uma marcador, sem qualquer ilação a tirar entre a  realidade e a letra da música. [ Mas tal como o dia de ontem, foi uma música que demorou a habituar-me a ouvir.]




Nem tudo é tão bom como se deseja, nem tão mau como a minha cabeça pensa. Digamos que os meu prognósticos não falharam mas a perda não foi completa. Os meus nervos deram cabo de uma boa parte de tudo. A partir de uma certa altura, dei-me conta que rezava avés-marias consecutivas como se tivesse contas de rosário nas mãos. nem sei se alguns trechos os terei dito em voz alta. O dia foi emocionalmente esgotante. Passou. Sobraram cacos que ainda se colam. Obrigada a quem esteve desse lado. A sério. Obrigada.

provas de fogo

estou a hiperventilar. não consigo disciplinar o estado em que estou. já lhe mandei uma mensagem a dizer que estou nervosa. sei que tudo o que me disser em resposta não me vai acalmar, mas dizer-lhe aquilo serviu para contar a alguém o tormento. sou uma pessoa muito mais fechada do que alguém imagina. o turbilhão de pensamentos que tenho ao dissecar coisas, causariam em escala metereológica, verdadeiros tornados, ou mesmo até tsunamis. por isso me esgotam. certamente o meu batimento cardíaco acelerado vai dar ideia errada do meu estado físico. é só a minha adrenalina em efervescência num dia importante como o de hoje. ignorem-na. preciso que vejam para além de um número. A dor psicológica que pode ficar cravada vai ser maior que a dor física. É difícil explicar às pessoas a profundidade dos meus medos. nem sei alguma vez se interessarão espontaneamente em esgravatar .também não sei se lhes darei muitas hipóteses. por isso, prefiro afastar-me. dói menos, é mais fácil. às vezes baixo …

sei que isto é de adolescente

Mas ando com uma "paixoneta" pela personagem principal - homem- do livro que ando agora a devorar [isto tem sido um grande feito dos últimos tempos]. Faz-me lembrar alguém que conheci há muito tempo atrás. Excepção feita à cor dos olhos.[já alguma vez disse que me derreto por homens de olhos verdes?]
Sei que o livro acabará bem, ou calculo que sim, mas na vida não há pessoas perfeitas e é isso que distingue a realidade da ficção que ando a ler.

ainda não sei se é um compromisso [ou o medo de não ser capaz]: mudar de rota

já não me lembrava bem do que era alhear-me desta forma. e nem quando fiz o tratamento em 2011 e fui obrigada a estar na cama, me senti tão desligada das preocupações ao ponto de por aqui ficar até tão tarde. há muitos anos a viver em piloto automático, com uma sequência de actos que me escuso a escrever na agenda por os saber de cor, deixei-me dos desvarios de outros tempos. A lei da minha sobrevivência tem ditado as coisas assim. Ou isso, ou a sensação de um conforto algo desconfortável a que me fui agarrando por me parecer melhor ter um pássaro na mão do que dois a voar. esse desconforto que me inquieta, de vez em quanto tira-me o sono, mas logo mergulho na minhas rotineiras tarefas, e deixo isso para segundo plano. Surge muitas vezes a frustração, que afecta tudo em meu redor, e me obriga a uma terapia mais introspectiva  e algum custo ao bolso. Não estou doente. Felizmente. Li numas quantas horas um livro de mais de quinhentas páginas- não leio um livro deste envergadura há muit…

publicidade gratuita de bom grado ou apenas sugestão

Com as voltas que o mundo está a dar, acredito que a união entre os povos vai sendo cada vez mais uma utopia; em crescendo, estão a raiva  e o ódio de tudo o que desconhecemos. para podermos falar (mal ou bem) convém conhecer. e há quem aposte na diversidade de culturas e línguas e crie uma organização de partilha e conhecimento. O projecto já foi falado na TV; já começou há alguns anos tendo vingado à séria em Leiria; no quarto trimestre do ano passado renasceu noutras cidades. Pode ser interessante para quem quer aprender línguas, treinar o que já sabe. Pode ser útil para quem for para Erasmus, por exemplo. Agora que tanto se fala de emigração, pode ser uma ajuda e pode ainda servir para ajudar. Falo deste projecto:SPEAK Gostava que lhe dessem atenção. Quem sabe se não pode ser muito útil! Já conhecem?

Olha p'ra mim a dar uma dica...

sobre tratamento de cabelos.
Parece mentira [estou muito longe dos meandros da moda e beleza], mas hoje resolvi deixar aqui uma dica sobre cabelos que, comigo, resultou. Comprovado e aprovado.
Apercebo-me que, apenas quando estou de férias consigo manter um cabelo decente por mais tempo. Mas quando estou a trabalhar, a coisa muda/piora de figura. Não será necessário mexer-lhe muito, para que o tenha de lavar em dias alternados. Se o quero manter decente no primeiro dia, tenho de o lavar de manhã.. No dia após a lavagem já começa a mostrar algum sinal de oleosidade. O  meu cabelo tem sido, até há pouco tempo, a evidência dos meus níveis altos de stress.
Quiseram as circunstâncias  que eu tivesse de recorrer a uma cabeleireira lá para umas das pequeninas aldeias serranas junto à terra do meu marido. A primeira avaliação - não era precisa ser nenhuma especialista - foi verificar que o meu cabelo era super-mega-oleoso nas raízes. Dica recebida (com alguma incredulidade) enquanto me esfre…

Há coisas de que me afasto porque acho que não valem a pena

fun·da·men·ta·lis·mo
(fundamental + -ismo)
substantivo masculino
.Atitudedeintransigênciaourigideznaobediênciaadeterminadosprincípiosouregras.

                                                                                      in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa

Sou teimosa que nem um burro, é certo. Mas há coisas que não posso teimar com outros para que pensem como eu. Tendo essa noção, calo-me, continuo a acreditar que as convicções de cada um, a mim nada me perturbarão, desde que todos nos respeitemos. Sem ameaças, sem ressentimentos, com respeito.
Mas seja em que campo for, quando as convicções das pessoas passam a  fundamentalismo, ultrapassa-se a liberdade de cada um. Amedronta uns, inflama outros. Quando a sua opinião se quer fazer prevalecer sobre outras, divergentes ou semelhantes, entramos em colapso, desrespeito, e chegamos a cometer barbaridades, atrocidades.(às vezes leio comentários, crónicas, artigos  que destilam ódio por coisas tão ínfimas; pergunto-me que tipo…

Bom ano, Bom domingo, Boa semana

há mais de um mês que não escrevia nada. O blogue tem passado para n plano, atrás de tudo o resto que me ocupa a cabeça. eu sou uma espécie de casinha muito arrumada mas com uma divisão atulhada de tralha por organizar. Se abro a porta, tudo o resto vira um caos. A minha cabeça é essa divisão de que falo. Verdade seja dita que os blogues são cada vez menos atraentes quer para ler, como para escrever. As pessoas viraram-se todas para o FB - ao qual continuo a não aderir, porque simplesmente não vejo nenhuma mais valia nisso. Pelo contrário. Perde-se a motivação quando a maior parte das pessoas não acrescenta nada de novo. e porque também eu me tornei muito insignificante no que vou tendo para escrever, achei que não valia a pena lançar meia dúzia de bitaites, que nada acrescentam à vida dos outros. E verbalizar sobre a minha vida podia ter o poder da minha cura, mas já há algum tempo que não funciona como cicatrizante. Ando mesmo na fase de amontoar palavras, e do tempo que me resta, …