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A mostrar mensagens de Fevereiro, 2015

acho que pode ser útil, um destes dias

Com a crise, proliferam pequenos ateliers para arranjos. Voltaram as costureiras, os sapateiros e outros ofícios semelhantes. que estavam a ficar em extinção. As pessoas voltaram a tirar roupas antigas  e sapatos e "reinventaram" com a ajuda destas profissões renascidas.
E a propósito disto, um dia destes recorri a um sapateiro/costureira (tudo no mesmo atelier) para me mudarem um fecho de um casaco impermeável, bastante grosso, do marido. Ainda pensei tirar o fecho para adiantar trabalho. Achei que deitar o casaco fora, por causa de um fecho (ainda que todo xpto), era um grande desperdício, além de que, o meu rapaz gosta bastante daquele casaco.
Confesso que ainda ponderei fazer eu este trabalho mas, creio que não ia ganhar nada nas agulhas que iria partir. Acabaria por perder a cabeça. Também não gosto nada de pôr fechos, verdade seja dita.
Bom, ao recorrer a um atelier onde nunca tinha ido, atendeu-me um casal na casa dos 50-60 anos. Disse ao que ia, e pasmei-me quando a…

quatro histórias de formas estranhas de amar

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=1= Lembro-me dela nos contar sobre os grandes hematomas e feridas que tinha em cada um dos peitos. Havia uma colega a quem ela já tinha mostrado, por precisar de falar com alguém . Ele namorava com ela, não por gostar dela,  mas talvez  e apenas para usar aquela parte do corpo dela para seu próprio prazer, excedendo os limites do prazer, infligindo a dor. Não tínhamos todas mais que dezasseis anos. Mas ela tinha um busto de mulher que  atraía os rapazes, pelo avantajado que era. As consequências daquela situação de abuso por parte do namorado foram dramáticas e passaram por ameaças e chantagem, violência e difamação. terminaram com a mudança de escola.
=2= Quando fui conhecer os meus sogros, mal os tinha cumprimentado, tocou a sirene dos bombeiros. Na altura achei que seria uma partida dos colegas do meu marido. Mas não era. Foi necessário um socorrista para assistir um casal, em que estando ambos bêbedos, tinham andado à pancada e partido o garrafão do vinho na cara um do outro. E…

esta será o mote que me vai fazer escrever outro post, possivelmente

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Sei que, o mais natural é associarem a música ao livro/filme mais badalado dos últimos tempos. Aliás, o video inclui cenas do filme.  Mas não é por isso que a trago aqui. É porque gosto mesmo muito da música [apesar de poder descrever um modo estranho de amar].
E, esta manhã, ao ouvi-la reportou-me para algo que nunca pensei ser espectadora. Mas hei-de contar isso. Um dia destes. Desengane-se quem pensa que falo do filme. Não, foi algo bem real, em que o amor está a anos-luz. Pelo menos, não o amor como a maioria das pessoas supostamente o entenderá.

[Love me like you do - Ellie Goulding]

quando somos nós a fazer, em lugar de comprar feito

Tenho andado numa pequena correria contra o tempo, após sair do trabalho. Embora continue a chegar a horas mais razoáveis a casa - as actividades de tempos livres  a que me impus obrigaram-me a ceder quanto ao trabalho - tenho, nestes últimos dias, de responder a umas quantas solicitações urgentes da minha cunhada. A R. lembrou-se, este ano, que havia de oferecer às amigas e familiares, em datas especiais - aniversários e assim-, coisinhas feitas à mão. Lembrou-se das pequenas coisas que vou fazendo, e bombardeou-me com uns quantos pedidos ultra-mega urgentes. Ando agora de volta de uma carteirinha e uma capa de agenda. Para lhe entregar amanhã à noite. Isto não é bem atar e pôr ao fumeiro, mas fui incapaz de recusar...
Bom, nunca vi estas coisas como forma de fazer negócios - continuo sem ver! Dá-me prazer criar, ver as peças a nascerem, embora estes prazos curtos que ela agora me apresenta me deixem um pouco stressada. Gosto de tudo muito perfeito e a pressa é inimiga da perfeição.…

Balanço de Janeiro, olá Fevereiro

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[via Google]


Janeiro já foi. Não foi um mau mês, nem me costuma pesar habitualmente, por isso é um mês relativamente pacífico.

Teve as suas coisas menos boas:
Estive a ponto de me despedir do trabalho;Tive um grande ataque de pânico em pleno hospital. Teve também as minhas vitórias e conquistas:
Passei a ansiar cada vez mais pelas aulas de zumba que me têm feito bem à alma e ao corpo; tornou-se vício.fui a melhor aluna da turma de Alemão, com uma nota muito boa;recebi uma nota de esperança;li 5 livros (todos na última semana) - não foram prémios Nobel; foi literatura bem ligeira, mas suficiente para pôr a minha imaginação outra vez a querer criar;continuei a conseguir sair cedo do trabalho;dei um grande passo quanto a imagem e ultrapassei um complexo, que fez toda a diferença, que está a fazer toda a diferença;comemorámos 19 anos de namoro. Que isto seja o início de um ano com mais altos que baixos, como Janeiro teve. Estou grata pelas coisas boas que Janeiro trouxe. Por me ajudar a ve…