terça-feira, 3 de março de 2015

isto deve ter atingido o clímax - deve ser doença!

Nunca fui de "amorzinho", "queridinho", "fofinho", e outros epítetos  - nem no diminutivo, nem noutros graus do adjectivo.
Sempre achei um pouco ridículo - mais em público, que em privado.
Não sou melosa nem cheia de salamaleques com ninguém. Sempre fui pouco dada a cumprimentos efusivos e carinhosos.
Agora dou por mim, cheia de vontade de ser tratada pelo marido, por amor ou querida. e há outros sintomas que nem vale a pena descrever. Dou por mim a relembrar, vezes sem conta, o dia do casamento e a lembrar-me do seu afago na mão, depois do sim e das alianças. As lágrimas de emoção correm-me instantaneamente com a lembrança.

Que raio se anda a passar comigo? Será que é alguma doença que dá depois de quase 10 anos de casamento? 




8 comentários:

  1. Eu sou ao contrário. Sou dada a esses mimos lamechas. E adoro que quem amo, me chame de amor e de querida. Gosto mesmo, porra! há fases assim, mais choronas...estás a precisar de sair da rotina, talvez. Tu e o marido, não? ;)

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  2. :)

    Eu acho que é apenas uma consciência do quanto amamos. Consciência do valor que têm para nós. Eu não sou lamechas a falar (só a escrever), muito pelo contrário, sou bruta e direta demais e às vezes sorrio, como quem lembra de algo bom, quando penso que nas maiores discussões que tive com o meu marido, ele discutia comigo mas sempre a chamar-me de amor. Há lá prova de amor maior que essa?

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    1. S.o.l.

      Também não sou lamechas a falar, mas a escrever a coisa tem piorado exponencialmente...

      Estou "doente"...

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  3. Respostas
    1. Gaja Maria,

      também, mas não só. Anda por aqui um cocktail explosivo...

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  4. E já disseste isso ao teu marido? Pode ser que te faça a vontade :)!

    Beijinhos*

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