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acho que tive uma recaída (no vício)

Quando era mais nova, lembro-me de devorar tudo o que era filme e série da época, que passavam na TV. Era uma consumidora inveterada e só existiam dois canais! Agora com tanta oferta mal  ligo a caixa que mudou o mundo.
Não sou aficcionada de séries e só vou estando por dentro das coisas porque vou lendo, por aqui e por ali.
Eu sei que há muita gente que deita um olho clinico nos filmes, e desmonta todo um cenário, apontando tudo o que está mal e o que não faz sentido. Para mim, a área cinematográfica, tal como a musical é apenas prazer puro, diversão, entretenimento, deleite. Pouco me importa que esteja mal realizado, se eu começar a ver e gostar, porque deixarei de ver só porque um crítico não gostou?
Sou um bocado do contra, já se percebeu!
 
Outrora era capaz de me deitar tardíssimo, pregada à televisão. Hoje em dia, o sono chega rápido mas as manhãs começam ainda o sol não tem nascido.
Depois de uma fase de devorar livros, nestes últimos dois meses, comecei a aproveitar as madrugadas para ver alguns filmes, uns recomendados , outros porque gostaria de os ter visto no cinema e não tive oportunidade.
 
Esta manhã vi o Simplesmente Acontece, baseado num livro de Cecília Ahern, autora que aprecio. Ainda não li o livro, mas quis ver o filme. Eu gosto de continuar a pensar que o amor vence tudo



Mas depois vi este e fiquei sem saber que conclusão tirar acerca do amor:


Além do Liam Hemsworth estar em óptima forma  [e eu até sou de preferir morenos] ;), o filme The Dressmaker mostra a incapacidade das pessoas mudarem, apesar de todo o bem que possam receber ou da oportunidade que lhes é dada para mudar. Gostei muito apesar das lágrimas.
 
Aceitam-se sugestões! (O filme O melhor de mim tinha sido o anterior, visto num outro dia; recomendação que acatei deste blog. - e foi sem dúvida, uma boa decisão!)

Comentários

  1. A minha relação com a televisão também teve um percurso semelhante ao teu. Mas deixaste me curiosa para ir ver estes!

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