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passou a primeira de duas semanas...

O fim-de-semana passado não correu bem. Isto de partir à descoberta, desta vez, correu mal. Isto de se pensar num hotel em cada dia, ao sabor da viagem, deu num regresso a casa bastante prematuro. Os hotéis estavam esgotados e, ao que parecia, não caberia nem uma agulha. O único que ainda poderia estar disponível, dentro do raio de distância que tínhamos traçado, custava mais de oitocentos euros por noite... coisa pouca, portanto. Frustração e desânimo pautaram dois dos três dias do fim-de-semana. E um arrufo entre os dois, um bocadito feio. Ele,farto de estar em cláusula domiciliária, eu farta da gerir frustrações e desejos alheios no trabalho, numa frustração comum por não conseguirmos uns dias de dolce fare niente, deu em andarmos macambúzios um com o outro por uns dias. Já passou.
 
Portanto, não querendo deixá-lo sozinho enquanto a cirurgia não sai, tenho dormido bastante - desta vez, o telefone do trabalho fica desligado no período da manhã, pelo menos- e o dinheiro das férias tem sido gasto num périplo por uns restaurantes jeitosos [não nos podemos ausentar muito tempo de casa].Felizmente, não costumo engordar nas férias. Também não costumo dormir muito e,este ano, está a acontecer o contrário.
Hoje demos um pulo ali a Figueira, a um restaurante recomendado, visitámos a feira do livro e não resisti a comprar um livro policial, género que já não leio há bastante tempo e que costumava apreciar. Comprei um outro livro de uma jornalista, mas acho que falarei dele mais tarde. Sobre um assunto que não me tem apetecido dizer nada.
Estes vão sendo os episódios melhores que me apetece contar, para não ser aborrecida...
 
A única coisa boa da baixa médica dele é evitar-me piripaques e outras maleitas por causa dos incêndios. Este ano, a doença física venceu o vício de ser bombeiro. [mas sei bem o quanto lhe custou ver colegas a ajudar a vencer esta calamidade, e ele sem poder fazer nada]

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