Polémicas e políticas à parte, eu não sabia que a classe política
portuguesa tinha um político tão bem apessoado (como diria uma antiga colega de
trabalho).
Fui gozada toda a hora de almoço por causa de apreciar bastante
muito o HOMEM DO MOMENTO. E eu até costumo ser completamente perdida por homens
[bonitos] de olhos verdes e não azuis…
(e lá porque sou casada, não sou cega!)
Quantas mulheres de Lisboa terão votado no homem e não no político?
Oh pá, eu quase me atrevia a fazer uma aposta…
e agora metendo a colherada sobre a política: se o visado fosse
menos bem apessoado, os valores em causa não fossem tão pornograficamente altos
[a diferença entre a compra e a venda], alguém iria falar nisso? É imoral
apregoar uma coisa e fazer outra, mas os políticos não se cansam de fazer isso.
Qual é a surpresa? Eu acho que, basicamente, tudo se resume a uma gigantesca
pontada de inveja, por quem teve olho de rei em terra de cegos. Porque no fundo
e à superfície, o que faz as notícias terem mais ou menos projecção é o grau de
inveja dos pares. Há muito quem se importe com o que os outros têm em lugar de reconhecerem a sua falta de inteligência para chegarem a semelhantes conquistas. Não é assim no nosso dia-a-dia?
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