Hoje, se tudo correr bem, farei os últimos 200 km da semana. Os que me levam e trazem do trabalho.
Há dois anos leram-me as cartas de tarot (nem sei como consenti com isto, enfim!) e disseram-me que ia sofrer acidentes durante 2018 e poderia ter a vida em risco. Dei o valor que devia dar a um vaticínio destes...
Felizmente não aconteceu nada. As duas multas que tenho, nestes muitos anos de volante nas mãos, nada têm a ver com comportamentos graves.
O único acidente que tive nesta viagem do trabalho foi por causa de um animal na auto - estrada, num Março que tinha um Opel Corsa, e demorei mais de seis meses a recuperar do susto tremendo. Foram postas em risco diversas pessoas, felizmente foi só chapa.
Nunca penso (ou raramente o faço) que posso não regressar a casa. Voltei a ter prazer em conduzir depois de ser operada ao nariz, porque deixei de sentir cansaço.
Estou grata por nunca ter tido nada assinalável, excepção feita ao acidente que já disse.
Tenho o pé pesado, admito, o que se foi tornando um vício. Também estou grata porque, apesar de pisar o risco, desafiar as regras, nunca aconteceu nada de grave.
Estou grata por todos os dias conseguir regressar a casa, depois de uma jornada ao volante, pelas estradas que sabemos que são autênticos locais de mortandade.
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