Quando se conhecem os sintomas e se diagnostica a doença
Estar apaixonada (o).Não é necessariamente uma coisa boa.
Por muito que aconchegue a alma há coisas que devem ficar sossegadas.
Não alimentar a chama até que se auto-extinga.
Às vezes é pior que estar bêbado. Eu faço mais estragos quando estou apaixonada do que bêbada... E depois há os estragos auto-infligidos. Que resultam de a paixão ser uma coisa pouco estável, muito errática. É como ter febre:ora se tem frio, ora se tem calor... Ora se delira ora se cai em si. E ainda há outra coisa que é o raio da paixão chegar quando o nosso coração supostamente estar todo preenchido. Ou julgamos que está. A paixão vem sabe se lá de onde ou porquê, e toma conta de um espacinho vago, não sei lá onde, depois fica ali à boca do estômago, como borboletas a chegarem em bandos. Quando vamos a ver já as borboletas subiram à boca e sorrimos estupidamente sozinhos, ficamos com aquele brilho alucinado no olhar. E pumba! Temos o cérebro a trabalhar a mil, o coração acompanha. E pousado num dos nossos ombros está um grilo falante imaginário a sussurrar ao ouvido que alguma coisa está muito mal. Para não darmos ouvidos à paixão que cresce, alimentada por pequenos nadas. E É lá no fundo da-nós que pensar sobre o actualdono do nosso coração, que nos empurra para a paixão. E nós queremos resistir porque aquela paixão não vai levar a lado nenhum. Mesmo que seja correspondida, é demasiado perigosa...
Isto tudo que eu disse, está uma grande confusão... Eu sei.
Pelo contrário. Está perfeitamente explicado. O pior é o "depois".. quando nos distraímos, mal damos por nós e as borboletas eram feitas de papel que ardeu nas chamas da paixão! Quando, como dizem os entendidos: termina o período cor de rosa... é quando somos invadidos pela realidade, embebedados pelas memórias apaixonadas que criámos e ainda atordoados começamos a acordar. O despertar de uma paixão é sempre difícil. Em casos raros vira amor, mas no geral criam-se hábitos que ajudam a levar a vida e a colmatar carências pré existentes.
O único pecado da paixão, é não ser eterna, ou nós insistirmos em viver mais do que ela própria. ;)
A paixão dá mais vezes em amor do que dás a entender. Mas outras há, que é melhor que se apague rapidamente. Há sempre alguém que pode sair magoado e não serão necessariamente os apaixonados. A paixão faz-nos sentir vivos, mas viver na intermitência é estar sempre à beira de um precipício. Principalmente quando sabemos q aquela paixão não tem chão para andar.
E podíamos estar aqui toda a noite a trocar argumentos sobre a paixão e numa coisa havíamos estar de acordo:estar apaixonado é fantástico mas... (e o mas diz tudo)
Boa semana e que o teu negócio siga de vento em popa!😉
Mesmo sendo correspondida pode ser perigosa, quando envolve terceiras pessoas.
Quando a paixão entre duas pessoas não afecta mais ninguém, o assunto só lhes diz respeito a elas. agora quando está em jogo a felicidade de outros, a coisa é capaz de ser muito complicada.
às vezes não se pode dar ouvidos à paixão, só porque nos dão borboletas na barriga. Passa a paixão e depois? já se magoou quem não se devia, e ficou o vazio porque tudo se esfumou... não passou de uma paixão. Uma paixão que nasce porque há algo a faltar-nos, o mais natural, e correspondida ou não, é que só traga amargos de boca...
Muito perigoso, quando envolve outras pessoas. Basta ver a quantidade de crime shows que eu vejo. Metade dos crimes são passionais. Para não falar de filhos, vidas para sempre destroçadas... tudo por algo que, até com o tempo, acabaria por extinguir-se.
Tal e qual...
ResponderEliminarEstar apaixonado é como estar bêbado! ...serve de desculpa para muita coisa. Nem sempre coisas boas ;)
Same Old Guy,
EliminarÀs vezes é pior que estar bêbado. Eu faço mais estragos quando estou apaixonada do que bêbada...
E depois há os estragos auto-infligidos. Que resultam de a paixão ser uma coisa pouco estável, muito errática. É como ter febre:ora se tem frio, ora se tem calor... Ora se delira ora se cai em si.
E ainda há outra coisa que é o raio da paixão chegar quando o nosso coração supostamente estar todo preenchido. Ou julgamos que está. A paixão vem sabe se lá de onde ou porquê, e toma conta de um espacinho vago, não sei lá onde, depois fica ali à boca do estômago, como borboletas a chegarem em bandos. Quando vamos a ver já as borboletas subiram à boca e sorrimos estupidamente sozinhos, ficamos com aquele brilho alucinado no olhar. E pumba! Temos o cérebro a trabalhar a mil, o coração acompanha. E pousado num dos nossos ombros está um grilo falante imaginário a sussurrar ao ouvido que alguma coisa está muito mal. Para não darmos ouvidos à paixão que cresce, alimentada por pequenos nadas. E É lá no fundo da-nós que pensar sobre o actualdono do nosso coração, que nos empurra para a paixão. E nós queremos resistir porque aquela paixão não vai levar a lado nenhum. Mesmo que seja correspondida, é demasiado perigosa...
Isto tudo que eu disse, está uma grande confusão... Eu sei.
Pelo contrário. Está perfeitamente explicado.
EliminarO pior é o "depois".. quando nos distraímos, mal damos por nós e as borboletas eram feitas de papel que ardeu nas chamas da paixão! Quando, como dizem os entendidos: termina o período cor de rosa... é quando somos invadidos pela realidade, embebedados pelas memórias apaixonadas que criámos e ainda atordoados começamos a acordar.
O despertar de uma paixão é sempre difícil. Em casos raros vira amor, mas no geral criam-se hábitos que ajudam a levar a vida e a colmatar carências pré existentes.
O único pecado da paixão, é não ser eterna, ou nós insistirmos em viver mais do que ela própria. ;)
Bom início de semana...
Same old guy,
EliminarA paixão dá mais vezes em amor do que dás a entender. Mas outras há, que é melhor que se apague rapidamente. Há sempre alguém que pode sair magoado e não serão necessariamente os apaixonados.
A paixão faz-nos sentir vivos, mas viver na intermitência é estar sempre à beira de um precipício. Principalmente quando sabemos q aquela paixão não tem chão para andar.
E podíamos estar aqui toda a noite a trocar argumentos sobre a paixão e numa coisa havíamos estar de acordo:estar apaixonado é fantástico mas... (e o mas diz tudo)
Boa semana e que o teu negócio siga de vento em popa!😉
"viver na intermitência é estar sempre à beira de um precipício" - subscrevo.
EliminarObrigado :)
Boa semana...
Correspondida ou não?
ResponderEliminarTitica Deia,
EliminarMesmo sendo correspondida pode ser perigosa, quando envolve terceiras pessoas.
Quando a paixão entre duas pessoas não afecta mais ninguém, o assunto só lhes diz respeito a elas. agora quando está em jogo a felicidade de outros, a coisa é capaz de ser muito complicada.
às vezes não se pode dar ouvidos à paixão, só porque nos dão borboletas na barriga. Passa a paixão e depois? já se magoou quem não se devia, e ficou o vazio porque tudo se esfumou... não passou de uma paixão. Uma paixão que nasce porque há algo a faltar-nos, o mais natural, e correspondida ou não, é que só traga amargos de boca...
Beijinho
Sei do que falas, também um dia matei as minhas borboletas...
EliminarMuito perigoso, quando envolve outras pessoas. Basta ver a quantidade de crime shows que eu vejo. Metade dos crimes são passionais. Para não falar de filhos, vidas para sempre destroçadas... tudo por algo que, até com o tempo, acabaria por extinguir-se.
EliminarFiz isso.
ResponderEliminarDoi.
Arrependo-me.
Mas foi certo.
Por mim naquele momento.
Mas no resumo da vida, talvez errado.