Estou a tentar tomar uma decisão radical, contudo não sei bem o que fazer a este blogue. Grande parte dos blogues que estão na barra lateral já não escrevem nada assiduamente - devia actualizá-la - mas vivo sempre na esperança (cada vez que abro isto) que voltem a escrever e que eu, por antes gostar tanto de os ter lido, possa perder pitada. Ou fecho isto ou tenho mesmo que fazer uma grande remodelação,o que incluirá fazer uma limpeza geral...
Enquanto não decido o que fazer, e antes que eu quebre uma promessa feita a mim própria, queria escrever sobre um blogue,ou melhor, sobre alguém que de certa forma me tem incutido uma outra forma de ver algumas coisas na vida, para melhor. Também ajudou a criar um estranho hábito, antes de dormirmos, cá em casa.
Às vezes, confesso, nas pausas do trabalho ou quando as chamadas são chatas, abro o Sapo, leio as "gordas" e volto a fechar e a regressar ao trabalho.
Talvez por o bichinho dos blogues já morar cá há 10 anos, é impossível des…
Tal e qual...
ResponderEliminarEstar apaixonado é como estar bêbado! ...serve de desculpa para muita coisa. Nem sempre coisas boas ;)
Same Old Guy,
EliminarÀs vezes é pior que estar bêbado. Eu faço mais estragos quando estou apaixonada do que bêbada...
E depois há os estragos auto-infligidos. Que resultam de a paixão ser uma coisa pouco estável, muito errática. É como ter febre:ora se tem frio, ora se tem calor... Ora se delira ora se cai em si.
E ainda há outra coisa que é o raio da paixão chegar quando o nosso coração supostamente estar todo preenchido. Ou julgamos que está. A paixão vem sabe se lá de onde ou porquê, e toma conta de um espacinho vago, não sei lá onde, depois fica ali à boca do estômago, como borboletas a chegarem em bandos. Quando vamos a ver já as borboletas subiram à boca e sorrimos estupidamente sozinhos, ficamos com aquele brilho alucinado no olhar. E pumba! Temos o cérebro a trabalhar a mil, o coração acompanha. E pousado num dos nossos ombros está um grilo falante imaginário a sussurrar ao ouvido que alguma coisa está muito mal. Para não darmos ouvidos à paixão que cresce, alimentada por pequenos nadas. E É lá no fundo da-nós que pensar sobre o actualdono do nosso coração, que nos empurra para a paixão. E nós queremos resistir porque aquela paixão não vai levar a lado nenhum. Mesmo que seja correspondida, é demasiado perigosa...
Isto tudo que eu disse, está uma grande confusão... Eu sei.
Pelo contrário. Está perfeitamente explicado.
EliminarO pior é o "depois".. quando nos distraímos, mal damos por nós e as borboletas eram feitas de papel que ardeu nas chamas da paixão! Quando, como dizem os entendidos: termina o período cor de rosa... é quando somos invadidos pela realidade, embebedados pelas memórias apaixonadas que criámos e ainda atordoados começamos a acordar.
O despertar de uma paixão é sempre difícil. Em casos raros vira amor, mas no geral criam-se hábitos que ajudam a levar a vida e a colmatar carências pré existentes.
O único pecado da paixão, é não ser eterna, ou nós insistirmos em viver mais do que ela própria. ;)
Bom início de semana...
Same old guy,
EliminarA paixão dá mais vezes em amor do que dás a entender. Mas outras há, que é melhor que se apague rapidamente. Há sempre alguém que pode sair magoado e não serão necessariamente os apaixonados.
A paixão faz-nos sentir vivos, mas viver na intermitência é estar sempre à beira de um precipício. Principalmente quando sabemos q aquela paixão não tem chão para andar.
E podíamos estar aqui toda a noite a trocar argumentos sobre a paixão e numa coisa havíamos estar de acordo:estar apaixonado é fantástico mas... (e o mas diz tudo)
Boa semana e que o teu negócio siga de vento em popa!😉
"viver na intermitência é estar sempre à beira de um precipício" - subscrevo.
EliminarObrigado :)
Boa semana...
Correspondida ou não?
ResponderEliminarTitica Deia,
EliminarMesmo sendo correspondida pode ser perigosa, quando envolve terceiras pessoas.
Quando a paixão entre duas pessoas não afecta mais ninguém, o assunto só lhes diz respeito a elas. agora quando está em jogo a felicidade de outros, a coisa é capaz de ser muito complicada.
às vezes não se pode dar ouvidos à paixão, só porque nos dão borboletas na barriga. Passa a paixão e depois? já se magoou quem não se devia, e ficou o vazio porque tudo se esfumou... não passou de uma paixão. Uma paixão que nasce porque há algo a faltar-nos, o mais natural, e correspondida ou não, é que só traga amargos de boca...
Beijinho
Sei do que falas, também um dia matei as minhas borboletas...
EliminarMuito perigoso, quando envolve outras pessoas. Basta ver a quantidade de crime shows que eu vejo. Metade dos crimes são passionais. Para não falar de filhos, vidas para sempre destroçadas... tudo por algo que, até com o tempo, acabaria por extinguir-se.
EliminarFiz isso.
ResponderEliminarDoi.
Arrependo-me.
Mas foi certo.
Por mim naquele momento.
Mas no resumo da vida, talvez errado.