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quarta-feira, 26 de junho de 2019

um fardo. um peso. uma preocupação


Não sei porque não falas quando não andas bem... guardas tudo aí e as pessoas nem sabem o que te vai na cabeça nem na alma... - dizem-me.


Se as pessoas entendessem que temo ser um fado, um peso, uma preocupação para os outros, nem haveria lugar para esta pergunta.


Não quero sentir-me a mais. estar num estado mais ansioso só acrescenta chatices aos outros. acho eu. 

[e a minha vida nem para a coscuvilhice serve.]

terça-feira, 18 de junho de 2019

da manhã. da tarde. de hoje.

estava mortinha para estar por aqui sozinha. sem telefones nem conversas paralelas. descalçar os sapatos de salto alto e ligar a música num tom baixinho e trabalhar. confesso que não me sinto bem em lugar nenhum. apetece-me  estar a um canto. encolhida. há vários dias que ando trabalhar ao ralenti.
tenho feito por reagir a uma espécie de apatia. não sei se é deste tempo molesto. se é de mim. das exigências que faço a mim mesma nas coisas onde me envolvo. [e só a minha mãe para achar que anda por aqui mal de inveja porque pressente que não ando bem, mesmo eu dizendo que estou bem].
não tenho sido boa companhia para ninguém. mas tenho-me esforçado. às vezes era só preciso mimo, julgo eu. e isto havia de ir ao sitio. porque o mimo também acalma o que nos mói. mas não sou de pedir colinho a ninguém. vai passar. passa sempre. 




[Kodaline, All I Want]