nao é o assunto premente deste blog mas, de vez em quando, torna-se incontornável
Acho que são as nossas convicções que nos limitam a conduta. Também por isso não somos todos ladrões ou psicopatas. Felizmente.
Cada um sabe de si, e se há quem veja nas barrigas de aluguer uma forma de ser mãe, se viverá bem com a decisão e as respectivas consequências - porque as pode haver - eu não tenho nada a julgar. Eu não optaria por esse caminho. Conheço-me demasiado bem e recearia não saber lidar com diversos problemas, a meu ver, muitos de âmbito deontológico. Mas eu sou eu e os outras são as outras.Nada de julgamentos.
Quando as poucas pessoas que sabem que não consigo ter filhos, querem apontar a minha atenção para a adoção, tenho-me calado porque não vale a pena explicar a quem conseguiu ser mãe, que a adoção não nos diminui a dor e, atrevo-me a dizer, cria-nos outros problemas que nem discuto.
Da mesma forma que não julgo um casal que opta por maternidade de substituição, agora já legalizada, acho que ninguém tem o direito de me julgar por não estar inclinada para a ad…