sexta-feira, 23 de setembro de 2016

sera moda nos blogues agora

Colocar todo o tipo de pratos e combinações de qualquer coisa com figos?

(a temporada deles esta quase a acabar, deve ser disso...)

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

ironias

O meu marido conseguiu saber/sentir primeiro que eu o que e uma epidural...
(ouvimos sempre falar de epidural aquando dos partos mas afinal, não serve apenas nesses casos)

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

costumo fazer segredo disto mas foi uma vitoria contra a minha inercia

Andei meses a espera que a vontade chegasse para escrever. O embrulho estava pronto há uns meses mas faltava a carta que o devia acompanhar. Passou o Verão todo e eu sem conseguir fechar o envelope, por não ser capaz de escrever de forma escorreita, dado o cansaço.

No sábado, senti-me capaz. Escrevi uma carta simples, a moda antiga - a mão- fechei o envelope e fui, a correr, po-lo no correio. Foi desta que a coisa se fez, sem esforço.

Espero que o embrulho já tenha chegado ao destino e tenha cumprido o seu objetivo: fazer sorrir!

[e eu talvez ande agora com um pouco mais coragem do que apenas estar quietinha-porque a vida tem sido feita de batalhas]

terça-feira, 13 de setembro de 2016

ultimamente

A minha vida tem tido muitos dias decisivos. Amanhã será só mais um...[receio por isso]

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

aprender a jogar

Disse-lhe que não sabia jogar. Ele prestou-se a ser meu Mestre (há anos, quando me dava explicações de Electromagtismo tinha mais paciência, confesso...)
No fim-de-semana, enquanto a névoa não levantava, o meu marido ensinou-me a jogar Damas, no hotel onde ficámos.
O jogo parece simples, mas eu não acho. Talvez porque ainda não consegui ganhar nenhuma vez. Quando dava por ela, já ele me tem papado boa parte das peças e já estava do meu lado do tabuleiro.
Antes achava que era um jogo só para velhos; não podia estar mais enganada. Exige uma destreza mental que eu, desconcentrada como tenho estado, não consigo ter. Também não sei se la chegarei.

Ele vai fazer anos para a semana. Acho que lhe vou comprar uma mesa de jogos de tabuleiro [também não me ocorre mais nada].
Um dia vencerei o Mestre, nem que seja por exaustão. :)

simplicidades que fazem diferença

Hoje inverteram-se os papéis.
Estou aqui sentada no sofá e ele pensou na ementa para o jantar e executou-a.
Isto sabe-me mesmo bem. Eu costumo pensar na ementa -a iniciativa dele remete para pizza e eu tenho de dissuadi-lo. ele tem executado.

Hoje foi mesmo dia de não fazer nada depois do trabalho.

terça-feira, 6 de setembro de 2016

Se tiverem cura para isto, pf, digam-me...

Há uns meses atrás ofereceram-me um cargo na empresa que, depois de muito ponderar, achei melhor declinar. Já não me via voltar "a um lugar parecido" onde já fui feliz. Embora as coisas não fossem como as tinha deixado, colocarem-me numa posição como uma tábua de salvação, deixou-me certa que não era aquilo que queria nesta fase da minha vida.
Pelo facto de ter sido feliz, não queria dizer que o voltasse a ser. Amadureci, cresci, passei a ser menos ingénua, a ter menos paciência. Confesso que agora até me acho um pouco mais arrogante, menos simpática - mecanismos de defesa que criei perante as adversidades laborais dos últimos anos. 
Mudar de cargo poderia impossibilitar a caminhada ando a tentar fazer. 
Quis o destino que, um mês após a minha recusa, acumulasse funções do cargo proposto com o meu trabalho. [As pessoas são tão complicadas e sob pressão nem se fala]. A somar a isto  delegaram-me a formação a pessoas que, mais tarde, se mostraram inadequadas ao cargo. Tem sido a mim que me têm pedido a avaliação do carácter, para definir se ficam ou não. Porque, se eu contasse quais têm sido os critérios de selecção dos candidatos [da qual não tenho qualquer responsabilidade] , iriam rir-se... 
[...]
Fui de férias, que não o foram verdadeiramente. Hoje em dia é impensável levantar-me cedo para tarefas que não há muito tempo faria com uma perna às costas. Já me pesa ter de me levantar todos os dias, antes das 6h da manhã, por trabalhar a uma hora do local de trabalho e já não conseguir ser ágil nos movimentos, tal é a exaustão. 
Juntaram-se novos problemas aos que têm aparecido desde Abril.  Sempre a somar a carga sobre as nossas costas. Temos andado numa má fase.
Gostava de ser quem fui há algum tempo atrás. Preciso de encontrar alguma forma de voltar a repor energias. Férias já não são coisa que baste.
Pensei em fazer algo motivador que não direccione a minha atenção somente para os problemas ou para o trabalho. Mas já nada me parece  motivar.

Às vezes pergunto-me se a carga de hormonas a que o meu corpo tem sido sujeito, com a finalidade de poder ser mãe, têm contribuído para a minha perda de destreza física e mental. 

Não queria deixar o trabalho até ter a situação da maternidade resolvida, mas se não encontrar uma motivação para conseguir o equilíbrio, pondero ter mesmo deixar o emprego. Mesmo que ele continue de baixa médica e eu esteja à beira de conhecer a terapêutica para uma doença que não imaginava que teria e me vai acompanhar o resto da vida. e todos os outros imbróglios de que não consigo desfazer.

Esta não sou eu. Tenho saudades de quem fui um dia.[e isto deixa-me ainda mais transtornada]