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se um dia pensar em me tornar uma empresaria

Que tenha a lucidez de não pensar em fazer salgadinhos para fora. Será falência pela certa... Podia ilustrar com uma foto mas e mau demais, e ainda me resta alguma vergonha na cara. Não sei porque ainda teimo. Tenho algum jeito para a cozinha, mas croquetes e afins estão mais perto de ser a minha ruina do que a minha especialidade. Porque e que os meus não ficam com aquele aspecto que estamos habituados a ver? (há quanto tempo já ca não vinha; hoje apeteceu-me vir dizer baboseiras)

ir embora de mansinho

Acho que já vos disse que, numa outra fase da minha vida, tive um blogue com um registo um bocadinho mais reservado do que este. Desse para este, foram poucas as pessoas que me acompanharam. Foi como se começasse uma vida nova, numa outra morada. A minha vida não era fictícia, tal como continua agora a não ser. Foi um ciclo que fechei, que meteu doenças e mortes, desencontros e separações, e um amor que podia não ter sobrevivido não fosse ele mais forte que tudo isso. Foi um ciclo longo da minha vida que quase me levou a loucura, e enlouqueceu de dor quem acabara de perder alguém. Este blogue, o Sítio, acabou por desvendar o outro lado mais relacionado com a maternidade, das aventuras daquela que tem sido a minha jornada de infertilidade. Podem não acreditar, mas ate há pouco tempo atras era-me mais difícil ler sobre a infertilidade dos outros do que viver a minha própria. Via nos outros uma revolta que eu não tinha. O caminho ia-se fazendo, caminhando. Acho que, com isso, conseguem…

Jardim de Chuva Prateada

hoje em dia, as pessoas têm muitos amigos no facebook. é onde têm mais amigos. Se,de repente, essa pessoa deixar de colocar posts ou likes, não mostrar as suas selfies, os amigos vão preocupar-se com isso? se calhar não. acho que impera por lá a inveja, não a preocupação... Acho que os blogues são bem mais que isso. As pessoas não são sempre felizes; quando querem, mostram a vida que realmente vivem. E, às vezes, a amizade nasce, quando nos identificamos com essa pessoa. [Bem sei que há por aí gente com mais imaginação do que vida própria.] Há cerca de dois anos, uma pessoa frequente no meu blogue, deixou de escrever no blogue dela e nunca respondeu a emails que varias pessoas "chegadas" lhe haviam enviado, inclusive eu. tinha-me deixado um apelo no seu blogue, a que depois respondi e nunca mais tive resposta. ainda hoje tenho o seu blogue na minha de lista de leituras, para o caso dela voltar. mantenho a esperança que nada tenha acontecido. Agora volto a preocupar-me com a…

começo a temer...

Que terei demorado demasiado tempo a escrever esta carta...

Não gosto nada deste mau pressentimento.

sera moda nos blogues agora

Colocar todo o tipo de pratos e combinações de qualquer coisa com figos?

(a temporada deles esta quase a acabar, deve ser disso...)

ironias

O meu marido conseguiu saber/sentir primeiro que eu o que e uma epidural...
(ouvimos sempre falar de epidural aquando dos partos mas afinal, não serve apenas nesses casos)

costumo fazer segredo disto mas foi uma vitoria contra a minha inercia

Andei meses a espera que a vontade chegasse para escrever. O embrulho estava pronto há uns meses mas faltava a carta que o devia acompanhar. Passou o Verão todo e eu sem conseguir fechar o envelope, por não ser capaz de escrever de forma escorreita, dado o cansaço.

No sábado, senti-me capaz. Escrevi uma carta simples, a moda antiga - a mão- fechei o envelope e fui, a correr, po-lo no correio. Foi desta que a coisa se fez, sem esforço.

Espero que o embrulho já tenha chegado ao destino e tenha cumprido o seu objetivo: fazer sorrir!

[e eu talvez ande agora com um pouco mais coragem do que apenas estar quietinha-porque a vida tem sido feita de batalhas]