Principalmente quando adivinhamos que as consequências serão, certamente, desastrosas!
terça-feira, 28 de janeiro de 2020
Porque raio não aprendemos?
segunda-feira, 27 de janeiro de 2020
Tattoo
No ano passado, quando estive em Tenerife, andei com vontade de fazer uma tatuagem. Não se proporcionou por várias razões. Também ainda não me sinto corajosa o suficiente para ultrapassar o medo de agulhas, contudo a ideia não está posta de parte. Tanto não está, que esta semana voltei a pensar no assunto.
Se eu chegar aos objectivos a que me proponho, já tenho ideia do que quero tatuar.
Uma das frases que está no leque das escolhas, já a escrevi hoje, e acho que me faz muito sentido, por eu ser habitualmente uma desistente nata. Para não me esquecer do meu percurso de vencer os medos e acreditar mais no que valho.
"se queres desistir, então desiste de ser fraca..."
não é sangue...
Podia ter andado (ainda) mais devagar - não ia apanhar o comboio - mas isso não era um grande desafio. Acho que o pior mesmo, foi existir tanta subida e descida de forte inclinação.
Pelas dores que tenho no corpo, em larga escala, nos gémeos, acho que o que me circula nas veias e artérias não é sangue, é ácido láctico!
Descobri que tenho as pernas arranhadas das silvas. e as dores musculares parecem prevalecer com tal intensidade que mal dou pela dor do nervo ciático.
E logo, o treino vai ser de pernas. Doa o que doer...também não me vou fazer de fraca.
domingo, 26 de janeiro de 2020
Coisas diferentes #Janeiro [2]
Afinal, ainda antes de Janeiro ter acabado sujeitei-me a um novo desafio [o primeiro, aqui], que ainda nunca não havia feito: uma caminhada todo-o-terreno.
Habitualmente, tenho caminhado (e agora corro) em estrada. Faço-o sozinha, sem conversas, eu e a minha música, ao ritmo mais rápido possível.
Hoje o desafio foi diferente. Trezentos e vinte inscritos [muita companhia, portanto], caminhos no meio de pinhais, muitas silvas, praticamente todos com subidas bem íngremes, descidas acentuadas, pouco terreno plano e pouca estrada. Nove quilómetros e picos, de terreno completamente acidentado e, com a chuva que disseram que caiu a noite passada, muito do piso estava deslizante, e ainda houve quem tivesse ido ao chão.
Para a lama que existia, as sapatilhas nem ficaram muito mal, mas houve alturas em que parecia ter dois pares de sapatos calçados. Não perdi tempo com fotos, quis manter-me entre os primeiros pois, à medida que as pessoas iam passando, o terreno tornava se mais lamacento e, consequentemente, mais escorregadio.
Assim que começou a primeira subida, mal arrancamos, pensei logo o habitual: eu não consigo, eu não vou aguentar, a perna não vai deixar. O medo veio por instantes. Depois veio uma descida acentuada e de novo, outra subida. Pensei cá p'ra mim: deixa-te de cenas, só pensas que não consegues! Já fizeste coisas bem piores! Se queres desistir, desiste de ser fraca...*
Devo ter acabado entre os trinta primeiros, apesar de não fazer parte do primeiro grupo de arranque. Houve passagens muito lentas, em fila indiana, porque local de passagem era estreito e bastante lamacento. Obrigava a cuidados redobrados e um cálculo prévio de onde colocar os pés. Outras vezes andei muito devagar porque as pessoas da frente não me deixavam ultrapassar. Ainda corri bocadinhos, já no final, em estrada, para perceber o estado da perna. Não se portou nada mal!
Prova superada. Sou tão capaz como os outros, de galgar subidas sinuosas e descidas manhosas. E não fico envergonhada com a minha prestação. Apesar dos tempos não serem grande coisa. Da próxima será melhor!
Amanhã é que vão ser elas...
sábado, 25 de janeiro de 2020
Contratempo
A dor, aparentemente do nervo ciático, que apareceu esta semana pode travar-me - teve de ser! - mas não me faz parar!
sexta-feira, 24 de janeiro de 2020
Estou a tentar mudar a casa
Mas não está fácil...Vai para aqui uma bagunça!
Vai ser coisa para me dedicar no fim-de-semana.
Vai ser coisa para me dedicar no fim-de-semana.
quinta-feira, 23 de janeiro de 2020
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