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A mostrar mensagens de Agosto, 2012

Aí vem mais um...

Vem ai Setembro. O mês em que me casei. O mês de aniversário do marido.
Tenho-me lembrado, agora amiudadas vezes, das conversas durante o namoro. A maior parte das delas decorreram sob o céu cheio de estrelas. Lembro-me de nos encostarmos ao muro da casa, e procurarmos constelações. A Ursa Maior, a Ursa Menor, a Estrela Polar. E as conversas partiam de uma simples olhadela no céu a ver quem as descortinava primeiro.
Lembro-me de me dizer que queria ser pai cedo. O pai fora-o pela primeira vez com 38 anos - ele é o terceiro - e sentia que o pai já não o acompanhava. As mentalidades eram diferentes.  Este mês, ele faz 38 anos. Ainda não foi pai. Não sabemos se algum dia o será. Curioso como a vida nos troca as voltas.
Vem aí Setembro. Não sabemos o que nos espera quanto à resolução dos nossos sonhos. Se Setembro trouxer um novo tratamento de fertilidade - trata-se de uma suposição- e, mais uma vez, for mal sucedido, vou esquecer este assunto de uma vez por todas. Seguir em frente, vive…

o que acontece com saias leves e vento

Ficar com as nádegas à mostra no regresso do almoço, ao tentar sair do carro. Por culpa do vento.
Um lamentável espectáculo para cinco pessoas.  E a risota geral (houve quem risse até às lágrimas) por me recusar a sair do carro. A vergonha foi aligeirada pelo cómico da situação. Não faltou quem me apontasse que era a primeira vez que me via corada. Pudera!

se te derem ovos...

A propósito disto, e dado que estou a cair de sono (e quero ir deitar-me o quanto antes), resolvi fazer uns queques com pepitas de chocolate. Ainda estão no forno. Assim, não há guerras para ver quem tira a fatia maior. Podem servir-se mais do que uma vez sem estarem  a perguntar: Houve alguém que ainda não comeu? E são capazes de resistir aos cem quilómetros de viagem.
Acho que não há quem não goste de queques. Oxalá fiquem bons. Oxalá eu possa ir dormir rápido. [e o presente fica retribuído]

o homem não sabe nem sonha

O que me dá ainda maior entusiasmo em preparar esta surpresa é ele não sonhar o  que ando a tramar. Lá mantive a postura o mais séria possível quando falámos no jantar de segunda. Ele já tem um lugar pensado - mas não agendado- para jantar. Ele, que não é nada de grandes programações com tempo de antecedência,  desta vez traçou um plano para a tal noite.
Nem ele sabe o quanto o tiro lhe vai sair pela culatra. Tenho estado aqui a rir-me "para dentro". Pena que não possa ver a cara dele quando lhe entregarem as flores.

Sei esconder muito melhor que ele os preparativos para uma surpresa. Por isso, ainda tem mais piada.
Espero não dar um tiro no pé!

presente

Acabaram de me oferecer aqui na empresa uma dúzia de ovos. Para fazer um bolo e trazer.

(não sei se considere isto como um elogio)

eu e o stress

Uns dias antes de iniciar o trabalho na actual empresa apanhei uma parotidite, que me impedia de falar e de comer. E já tinha tido papeira quando era miúda. Há sete anos, uns dias antes de casar, apanhei a única conjuntivite da vida. Mesmo com o olho inchado, teimei em usar lentes de contacto e não usei óculos no dia do casamento. Passou na manhã do dia seguinte. 
Agora são as aftas.
O stress tem aqui uma preferida. Só pode ser isso.

Check list - Operação Sete (!!!!post lamechas!!!)

Esta ideia foi o esboço para a comemoração do nosso sétimo aniversário de casamento. Entretanto, resolvi fazer uma lista - que não tenho problema em tornar pública- das ideias que me surgiram. [também agradeço sugestões e críticas]
 Gostei muito desta congeminação mental que ando a fazer. Estou muito entusiasmada o que, bem vistas as coisas, é bom! Tenho andado meio adormecida; por isso, este é um bom exercício de reanimação. Eis a minha check list:
Operação Sete  (gostava  de um nome mais jeitoso; não sei onde é que as autoridades vão buscar aqueles nomes todos engraçados para as rusgas, e coisas assim :) )

Escolher tema da surpresa: acho que vou misturar os SETE pecados mortais, com as SETE virtudes divinas*;Preparar um bilhete com um texto curto e bonito, tendo em conta o tema, e convidá-lo para jantar; fazer uma colectânea de fotos nossas, juntar a nossa música e uma cópia de uma carta de amor escrita por cada um de nós ao outro quando éramos solteiros; colocar tudo num CD e colocar…

ainda não decidi

Não sei se gosto deste blogue assim tão rosinha... Está-me a parecer muito berrante.

Alguém tem um parecer igual ao meu ou isto é problema dos meus olhos?

Apetece-me partilhar

[e ele não lê este blogue]
Estamos a poucos dias de festejar mais um aniversário de casamento. O sétimo. Estou aqui a imaginar uma pequena surpresa - que ainda não tenha feito- para o dia, para a hora em que as nossas vidas se tornaram numa só.
Estava  a pensar enviar-lhe para o trabalho sete rosas vermelhas, a serem entregues às 15.15h da tarde, com um cartãozinho com texto fofinho e um convite para jantar num local catita a decidir. [vou  fazer o que eu gostaria que ele me fizesse a mim]
Tenho uma semana para pensar os preparativos; a ideia depois de escrita, soa-me a vulgar.

bom a valer

Há conversas cirúrgicas, daquelas que nos mudam o humor, nos fazem sorrir e nos desatam o nó da garganta que todo o dia cá esteve.
Obrigada

deixámos de ser só dois

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Os mais recentes cá de casa: Nikita e Einstein




Escolha e montagem do marido. Já pensa num aquário XL se os peixes se derem bem cá em casa. ficou bem giro.

isto passa

Sou uma maria chorona..Hoje já chorei três vezes.  Dizem que lava a alma. Oxalá que sim.

Pode ser que, de alma lavada, me sinta capaz de pensar com outra clareza.

consciência

Percebo que não faço parte de um sítio há muito tempo. prolongo a agonia. não por falta de consciência, mas por estar consciente de outras consequências.

nós e os outros

Habitualmente as pessoas não me ouvem desabafos. Porque não quero. Apesar de me julgarem uma pessoa extrovertida - e consequentemente, sem problemas  (acham eles) - não o sou quando toca aos meus desabafos. As palavras ficam presas na garganta e não saem. Mas voam dentro do meu pensamento como se fossem um tornado. Quando tenho a infeliz ideia de soltar algumas palavras sobre o que me apoquenta mais no íntimo, vejo espelhada na cara das pessoas a incredulidade. Não bastando isto, julgam que os meus problemas são muito mais fáceis de resolver do que qualquer pessoa à face da terra. Então, pegam em tudo o que lhes parece solução e tocam de debitar conselhos. Fico calada e aguardo o momento em que lhes direi que julgam que eu não pensei já nisso, que vi a inviabilidade do conselho. Por fim, acham que é má vontade minha em aceitar os conselhos que me dão. Talvez seja. Como diria a sabedoria popular: se os conselhos fossem bons, ninguém os dava- vendia-os! Somos muito bons a solucionar a…

...

You think i'd leave your side baby
You know me better than that
You think i'd leave you down when you're down on your knees
I wouldn't do that
I'll tell you you're right when you want
And if only you could see into me
Ha ah ah ah ah ah

Oh when you're cold
I'll be there
Hold you tight to me

When you're on the outside baby and you can`t get in
I will show you you're so much better than you know
When you're lost and you're alone and you can't get back again
I will find you darling and i will bring you home

And if you want to cry
I am here to dry your eyes
And in no time
You'll be fine

You think i'd leave your side baby
You know me better than that
You think I'd leave you down when you're down on your knees
I wouldn't do that
I'll tell you you're right when you want
And if only you could see into me
Ha ah ah ah ah ah

Oh when you're cold
I'll be there
Hold you tight to me
When you're low
I'll be…

Já nem me lembrava

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Ao ver um outro blogue, relembrei-me que adoro esta música. Em todas as versões. Aqui em língua francesa também [Adoro Bossa Nova].

Boa noite.




quando não pode haver cão nem gato

Parece que lá perto de casa existe uma loja que é um Mundo em matéria de peixes, aquários, e afins.

Hoje vai ser dia de dentista - e por isso fica adiada a compra- mas creio que amanhã já devo ter peixinhos em casa. Já ando a pensar nos nomes.

Definitivamente preciso de companhia.

Assim acabou o domingo

As crises de ansiedade começam a ser agora mais frequentes. Após as férias, devia suceder o contrário.  Ontem, tive uma de tal ordem que fiquei estendida no chão. Quando retomei os sentidos, consegui ligar ao marido que veio aflito.
Começo-me a sentir impotente para manter esta vida. Já tinha notado que  a fraqueza começa  a tomar conta de mim.

Por aqui, é isto...

Por aqui, hoje não houve toalha estendida na praia, nem levantar cedo. Não houve almoço. Contra todas as previsões.  Houve dormitar toda a manhã,  namoro, e acabei um livro daqueles levezinhos. Têm de existir dias de deixar correr o tempo e não fazer nada. Cada vez sinto mais necessidade de parar.
por aqui, preparam-se agora pãezinhos com chouriço (ao som da rádio) - é só acabar de levedar a massa, o forno já aquece - e vou fazer uma surpresa a quem teve de pegar mais cedo ao serviço.

Desculpa e obrigada

A ida a casamentos surte sempre um efeito de reviver o nosso. O de ontem, teve esse efeito, amplificado. Podia dizer que foi pelo local grandioso - sob a aura do amor eterno de Pedro e Inês - mas acho que foram pelas palavras de quem celebrou a cerimónia. Sem Eucaristia e com padre, foi uma das celebrações a que assisti que mais me falou à razão. Não me comovi, como já aconteceu, mas fez-me sentir a urgência de reflectir no que está errado.  Dizia o celebrante que, não sendo casado, não podia recomendar por experiência própria, como deveria ser um casamento. Não os há perfeitos. Mas consegue entender que, o que falta em grande parte, são duas pequenas palavras que fazem uma grande diferença: desculpa e obrigada. Não podia concordar mais. Como ele mesmo disse, o casamento é algo voluntário. Não há nenhuma lei que obrigue duas pessoas a casar. Não em Portugal. Por isso, o acto voluntário de um casamento não tem a ver com os outros mas connosco, com as nossas preferências e as nossas de…

mais outra noite

Mais uma noite por aqui a adiar a hora de deitar. Mais uma noite que há quem esteja de serviço ao voluntariado.

Às vezes, tenho dificuldade em lidar com a solidão. já devia estar habituada. acho que tenho de arranjar um peixinho cá para casa. Por motivos de saúde, gatos e cães não estão na lista das opções. Parece-me é um pouco ridículo falar para um peixinho. Nem se pode afagar o animal!



mais um casório - o outfit*

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e amanhã acho que vou de rendas e de vermelho. vestido esvoaçante com écharpe. isto se durante a noite não mudar de ideias (a maior dúvida reside se levo os dedinhos da frente à mostra em versão sapato ou sandália).

[*nunca tinha usado aqui o termo porque nunca fiz um post destes. devo estar doidinha de todo. sou pouco destas coisas de trapos]

novo episódio

O meu sobrinho  devia agora andar a cantar "doidas, doidas andam as galinhas". está na idade das canções infantis em modo repeat. Recusa-se a cantar tais músicas, embora goste de as ouvir. Prefere cantar "anda ver comigo os aviões". Acho que sabe a letra melhor que eu. e termina de modo fantástico " levar a América até ti",
Também descobri que gosta muito de cantar no banho.
[tenho pena de não ter conseguido gravar as cantorias dele. o pai ainda tentou que ele recomeçasse, mas já se sabe como são as crianças: quando pedimos para repetirem, fazem sempre o contrário]
vai para o infantário em Setembro, e dado que está muito avançado na fala, receio que regrida. É um homenzinho de dois anos muito bem falante e sociável. e bom cantor, me parece. :)

Romances de verão

Por agora desisti de ler o livro Feira de Vaidades. Era o que estava pensado nestas últimas semanas. Já li umas páginas mas decidi abandoná-lo de novo na estante. Estava a ser um pouco complicado concentrar-me na leitura deste clássico. Porque não me apetecem coisas muito elaboradas. Optei por ler livros leves que, confesso, cedo a comprar mais pelas capas e contracapas do que por outra coisa qualquer. Deixei-me seduzir pelo marketinng. Ainda não actualizei a lista ali ao lado mas estou quase a acabar "Encontro na Provença" de Elisabeth Adler. Livro bem ligeirinho e com algumas incongruências. talvez um pouco incipiente para o meu gosto. Muito cor-de-rosa também. Tem existido uma grande explosão deste tipo de livros, com capas sugestivas, bem coloridas. pelo menos, eu só dei por ela há relativamente poucos meses. São livros deste género aos montes nas estantes. A maior parte deles quase se assemelham (em conteúdo) ao romances de cordel que lia quando era adolescente (não te…

sonho que sonhei (a dormir)

Dormi pouco.Eram 02.30h da manhã ainda não tinha pregado olho.  Dormi mal. No tempo que dormi, lembro-me de ter sonhado. Lembro-me de pouca coisa. Somente de me perguntarem de quantos meses estava. respondia que estava de dois meses. Mas lembro-me de ter uma barriga proeminente. E de a afagar.

Sonhos. Bem que podia ser realidade.

más notícias e as minhas cismas

Em pouco tempo - três dias- ouvi algumas mulheres contarem que lhes acabou de ser detectado um cancro da mama. Hoje ouvi mais um caso. é impossível ficar indiferente à notícia. Pela doença que é, a quem deu, e porque sou um pouco cisma nestas coisas. tenho tanta noção que isto não acontece só aos outros que, subitamente, fico em pânico.

Estive à carga

Devia haver uma folga no meio da semana de trabalho. A minha bateria anda viciada e só o fim-de-semana não chega para carregar baterias.
Embora o feriado esteja a acabar, soube bem. Amanhã é dia de trabalho. Venha ele.

Entusiasmo quase inexplicável

Sempre fui de me deitar tarde e levantar cedo. Dormir poucas horas era perfeitamente normal. Não perdia o bom humor nem necessitava de café para manter a pestana aberta. Admito que não compreendia quem "perdia" tempo a dormir, cabeceava às dez da noite, tinha preguiça de se levantar cedo.
Nos dias de correm continuo a prescindir o café - bebo raramente, não me dá energia nem ma tira. Quanto ao humor, a coisa muda de figura. tenho mais dias de mau humor agora que durmo mais. Também tenho mais preguiça.
tenho andado a arrastar-me, cansada, mesmo depois das férias. por muito que me esforce, chego a casa e não me apetece fazer nada. Cozinho, porque tem de ser; passo a ferro porque tem de ser. o que  faço, é mesmo porque tem de ser.
Ontem fiz a experiência: deitei-me cedo (22.30h) e levantei-me meia hora mais cedo que o habitual (5.30h).  De manhã fiz umas arrumações adiadas umas quantas vezes; agora à tarde, vinha com a vontade toda, e desaparecido o mau humor do dia, estão cre…

tratamento "estranho"

Faz-me uma confusão tremenda os namorados/casados/ em união de facto tratarem-se por  'mor. Continuo a achar que a música soa bem melhor quando as pessoas se tratam pelo nome próprio. São gostos (ou hábitos)...

Nisto da blogosfera

Não sei se estou a generalizar, mas é o que me parece: as mulheres são muito mais brilhantes no sarcasmo, na crítica social, do que os homens. e mais as do Norte do que as do Centro e  Sul. Há pessoas que fazem verdadeiros pratos gourmet com o humor. Basta darem-lhes um pequenina notícia, et voilá, sai um texto supimpa de se ler.

Bons momentos

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Almoçámos e conversámos. Voltámos a lugares onde já nos rimos e já chorámos. Não resistimos à feira de artesanato e andámos a cirandar nas barraquinhas. Eu comprei mais um par de brincos [ uns corações de Viana que adoro], e lá viemos as duas para casa com uma caixinha de ovos moles.   Uma de regresso ao Norte, outra ao Sul, mas não há distância que impeça esta amizade. Foi tão bom, que prometemos voltar a repetir!!

regresso

24 horas de preocupação quase constante, noite mal dormida, dia de telefonemas periódicos a informar que estava tudo bem. Não me importo que venha a cheirar a folhagem queimada, a suor. Não me importo que venha com a cara preta do carvão.
Fico contente que venha são e salvo. Fico feliz de me aninhar esta noite mesmo com este calor . Sabe bem sentir o pulsar do seu coração debaixo da minha mão. 
Por agora, o pior já passou. Sinto-me feliz por isso.

soldados da paz

O coração aperta porque nem sempre o homem vence na luta contra o fogo. A luta é desigual.  Quero crer que os homens vencem, as chamas se extinguem, e não há mortes a lamentar. E hoje já há uma. Peço a Deus que não haja mais nenhuma. Esta noite vai ser tão longa e em claro. Consequências de estar casada com um bombeiro.

O meu jardim dos sonhos

A capacidade de Sonhar não nasce connosco. Vai sendo cultivada ao longo da vida, florescendo, morrendo e dando rebentos todos os dias. As pessoas que nos rodeiam são os jardineiros dos nossos sonhos. Somos nós que mantemos os nossos sonhos vivos, com a ajuda dos jardineiros da nossa vida. E há bons e maus jardineiros. Paraece-me que eu tive mais maus do que bons. Reverter um jardim de sonhos desfeitos noutra plantação mais bonita, é difícil. Oh se é!

Decepcionada

eu cumpri a promessa. juro. nunca imaginei que os correios espanhóis trabalhassem muito pior do que os nossos. ao ponto de não entregarem a correspondência. 
(sim, pus morada e pus selo)

o meu anjinho

Chega-se a casa a horas tão decentes! Só acontece um mês no ano. Dá para acabar de jantar antes das desgraças relatadas nas aberturas dos telejornais.  Lava-se o único prato sujo, já que hoje se jantou sozinha. A vontade pende para o sofá, mesmo sabendo que há uma cordilheira de roupa para passar. Não me apetece fazer nada. Ainda não é hoje.  A falta de exercício tem pesado na consciência, e não tarda, na balança. Pega-se na bicicleta - enquanto não se retomam as sessões diárias do jogging - e visita-se o menino de titia. Sendo tão bem recebida não se pode ficar só um bocadinho. Montam-se Legos a fazer de conta que são autocarros, gafanhotos, aviões, aparafusadoras, e por fim, ventoínhas. Pediu tudo isto, e imaginámos muito, brincámos ao fazer de conta. Hoje não houve história nenhuma, mas demos muitas gargalhadas. Fantasiámos que andámos de mota. Vi a sua  imitação do atleta olímpico a chegar à meta e a comemorar ter vencido. Tudo muito explicadinho, sem correcções a fazer nas frase…

Alarme

Este ano não foi difícil  fugir à rotina do trabalho. Mergulhei de corpo e alma nas férias, e gasto agora os seus últimos minutos nos preparativos para amanhã recomeçar.  Dado que me habituei tão bem à boa vida, acho melhor pôr o alarme a despertar para as seis [em circunstâncias normais, tenho um auto-alarme, mas amanhã não confio nele]. Até às próximas férias o horário de acordar volta a ser este.
Boas férias a quem vai de férias. Bom trabalho a quem vai trabalhar. Paciência para quem ainda conta uns quantos dias para ir de férias. Boa sorte para quem procura um trabalho, que amanhã seja o dia.

Facto bom , facto mau

Facto bom: finalmente consegui marcar um dia inteirinho com a melhor amiga, na cidade do coração, a cidade onde nos conhecemos já lá vão mais de doze anos. Sábado vai ser o dia.
Facto mau: acabaram-se as férias. Começa a semana de trabalho com uma constipação. Há muito tempo - muito mesmo!- que não tinha uma. Desconfio que o meu sobrinho é o culpado.

Testes de resistência

Sente-se um sabor, entre amargo e doce, ao entrar numa loja conhecida de roupa para bebé (e brinquedos).
A convite da minha cunhada, rumámos ao shopping, para comprar umas coisinhas para recém nascidos. Passei o tempo todo de olho no sobrinho enquanto a minha cunhada escolhia o que pretendia. Certo é, que devo ter ter dado uma dezena de voltas atrás do pimpolho que queria brincar com tudo e não parava quieto. E, por coincidência, estava a decorrer um curso de preparação para mães sem simultâneo. Entravam e saíam grávidas aos magotes, outras surgiam com bebés nos carrinhos, e tive oportunidade ainda de me deparar com um par de gémeos falsos, a quem o meu sobrinho quis beijocar e dar miminhos.
gosto muito de crianças, e percebo a  reciprocidade neste sentimento, mas em dias que o nosso desejo parece tão difícil de acontecer, a dor teima em  alastrar para lugares tão estranhos da alma. A dor contamina muito mais rápido do que a alegria, em dias que tudo parece estar longe do nosso alcan…

As regras mudam, de novo

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Ainda não regressei ao trabalho e já recebi algumas notícias que não sei se me agradam.  Os primeiros oito dias de férias foram de descontracção - tirando as viagens de avião, que foram de alguma apreensão. Alheei-me o mais que pude do trabalho.Não atendi chamadas do trabalho e mal me liguei à internet. precisava de me sentir livre, sem grandes responsabilidades. desligar a ficha e aproveitar o sol maravilhoso que prometi dar a mim mesma.  O regresso a casa, ao que me era familiar, voltou a trazer à tona algumas das preocupações, o coração acelerado só de pensar que não encontro resolução para o que me preocupa. Lá por ir de férias, não significa que tudo se tenha resolvido. Nada se resolveu. Não veio nova carta do hospital, para me relançar em novo tratamento. e no trabalho parece que voltaram a mudar as regras na minha ausência. Não me apetece voltar ao trabalho. Apetece-me desistir dele. (talvez demonstre ingratidão por ter um trabalho, mas não é isso. é cansaço de ser tão polival…

notas de veraneante - II

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notas de veraneante - I

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A construção civil está em crise. Os baldes sempre têm outro uso. Nestes tempos, vale a criatividade.




Agora é imaginar pessoal na praia, a beber por "palhinhas" de metro, todos do mesmo balde. Os maiores adeptos eram os alemães, que eram também a nacionalidade em maioria, na zona onde ficámos.